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-Millie-

Já era noite e nós estávamos, só os adultos, os bebês estavam dormindo, meus Sogros e a cleo estavam em casa.

Passamos algum tempo bebendo um vinho e conversando sobre qualquer tipo de coisa até que caímos em um assunto sobre oq cada um gosta de aprontar na hora "h".

-vai sadie, do que vc gosta? -Éden perguntou.

-sai dessa. -continuou bebendo.

-é só uma brincadeira boba. -rimos. -responde então millie. -todos me encaram.

-eu não, por que não diz você? -apontei para ela.

-bom, eu curto ser amarrada. -disse. Acabei entrando em transe, lembrando da última vez em que usamos nosso quarto...

-millie? -Mary chamou minha atenção.

-oi? -apertei os olhos.

-viajou?

-não, só estou meio bêbada. -menti.

-é pessoal, acho melhor acabar com nossa festinha, a Millie está meio cansada. -Sadie disse enquanto deixava sua taça em cima da mesa.

-vão é transar, isso sim. -Clara e Michelle disseram ao mesmo tempo.

-não mesmo.

-vão sim.

-vocês sensualizam a gente, não somos necessitadas. -protestei.

-porque te conhecemos. -Isabella deu de ombros.

[...]

Agora estamos nos preparando para deitar, todos foram embora, claro, Sadie e eu tomamos banho e agora estamos terminando de tirar as muitas almofadas da cama.

-pra que temos tantos travesseiros? -perguntou jogando o último no chão.

-é porque deixa mais bonito. -levantei o lençol para me deitar.

-é, você tem razão. -riu. -amanhã o Noah tem terapia, você vai ou eu vou? -virou para mim.

-eu vou, vou aproveitar que tenho um trabalho amanhã de manhã e quando eu sair de la eu busco ele na escola e depois levo ele.

-tá bom. -falou chegando mais perto. -agora eu não quero mais falar disso... -me puxou pela cintura até estarmos coladas uma na outra.

-quer falar sobre o que? -a empurrei.

-o que é isso? -me encarou.

-você é muito grudenta, eca. -provoquei.

-mas eu nem te encostei. -virou para o outro lado.

-tá bom, amor. -levantei irritada. -olha só, me bate. -tirei minha camisola, mostrando meu corpo.

-que? -disse sem entender.

-me bate, eu quero que você  me foda como a vadia que eu sou.

-mal pude respirar... -riu enquanto levantava. -me espere sentada aí.

-não. -fiquei parada.

-aé? -concordei e ela veio até mim puxando meu cabelo e segurando meu maxilar. -olha só sua puta, eu mandei você se sentar, tá esquecendo quem eu sou? -fiquei quieta.

-voce não é ninguém. -ela apertou mais.

-repete.

-não disse nada, Senhora... -a respondi ofegante.

-acho bom. -soltou meu rosto aplicando um tapa ali, segurei forte para não gemer, mas a minha buceta estava cada vez mais molhada.

Me sentei como ela queria na cama e a esperei, quando voltou estava com um chicote na mão, uma palmatória, uma mordaça e um vibrador do que eu mais gosto.

-vamos colocar isso aqui... -riu maldosa deixando as outras coisas ali do lado e ficando somente com a mordaça. -não queremos seus gritos escandalosos pelo quarto, não é? -disse enquanto colocava em meu rosto.

-uhum. -murmurei.

-agora quero que debruce na cama, com a bunda bem empinada e mantenha as mãos bem no alto. -ordenou e rapidamente me coloquei na posição.

Ela não falou nada, esse silêncio consegue me enlouquecer. Só senti ela afastando minhas pernas um pouco mais e logo as senti dando aquela boa chupada na minha buceta.

Eu estava gemendo como  podia, estava bom demais, os gemidos estavam incontroláveis. A senti abrir minhas nádegas, e logo senti sua língua ali, e foi o ápice para mim.

Mal a senti e acabei gozando, acho que esse não era o plano dela.

-olhe só para isso! Mal te encostei. -gargalhou. -puta do caralho. -senti o chicote ser acertado em mim com tanta força que automaticamente a minha excitação passou a escorrer. -deve querer que eu coma seu cu mesmo, também, do jeito que está... -senti novamente.

-aaaahhh! -gritei apertando o lençol com as mãos. Quase o rasgando.

-gostou disso? -acenei.

Nao falei nada, nao tinha como, esperei ela bater de novo.

-não, isso está fraco. -jogou no chão me fazendo pular. -venha aqui. -me puxou pelo rabo de cavalo. -tão linda... -fqliu quando ja tinha tirado a mordaça riu maldosa.

-obrigada, Senhora. -respondi abrindo as pernas.

-não, não quero te fuder. -me olhou com deboche.

-que? -perguntei desesperada.

-estou brincando, vamos fazer uma brincadeira nova hoje. -falou. -de joelhos. -apontou para o chão.

Rapidamente me coloquei na posição que ela queria e esperei que voltasse. Ela não voltou,apenas me chamou para o nosso quarto.

-venha assim, quero ver como a minha cachorra passeia.

Engatinhei até ela, rebolando um pouco, quero seduzi-la, vai que arrumo uma mínima chance de ser fudida. Não posso dispensar a oportunidade.

-fique aqui. -mandou indo até um armário, eu fiquei meio apreensiva porque ela estava indo até a parte que guardamos os plugs que ainda não testamos.

Quando voltou não falou nada, apenas se abaixou atrás de mim e retornou com aquele oral delicioso que ela estava me dando a poucos minutos.

Quando se aprofundou, indo até meu cu senti como se fosse gritar de tanto descontrole. Era tão gostoso, tão diferente.

Ela fez isso por um tempo até que parou e senti algo gelado sendo pressionado. Nesse momento fiquei nervosa .

-relaxe. -falou rude.

-o que é isso? -perguntei tentando ver.

-mandei relaxar. -avisou novamente. -relaxe, Millie, vai ser gostoso. -relaxei.

-aí! -reclamei quando senti ela entrar de vez.

-prontinho, amor, não sabe como está lindo... -mordeu minha bunda.

-o que colocou em mim? -perguntei.

-você sabe, um plug anal. -deu de ombros como se não fosse nada.

-agora posso gozar? -ela negou. -pelo amor de Deus...

-não vai gozar hoje, só quando eu quiser, agora vamos, vou me divertir um pouco com você, meu brinquedinho. -me segurou pela mão até o nosso X vermelho.

Me prendeu e quando senti o primeiro golpe já sabia que ali eu iria me satisfazer por completo.

♡♡♡

Gente, como que uma pessoa pode ser tão importante assim na minha vida a ponto de eu sentir saudade até de digitar???? Eu só posso estar virando uma cadela mesmo.

Enfim amor, saudades (faz cinco horas que nos falamos)

Amores de SillieOnde histórias criam vida. Descubra agora