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-Sadie-

-sejam bem vindos. -digo educadamente assim que abro a porta para a família de Lia.

-obrigada. -a mãe da menina diz.

-vejo que trouxeram o pequenino...

-Lucas.

-ele se dará muito bem com as crianças. -digo, apenas para ser agradável.

-posso ir mamãe? -o menino pergunta.

-claro, só não faça nenhuma bagunça. -diz para ele.

-vamos. -fecho a porta e os guio até a sala de estar. -podem se sentar, vou chamar minha esposa e Noah.

-certo.

Subo rápido para chamar eles e vamos para a sala.

-então, você é a famosa Lia de quem meu filho tanto fala. -Millie sorri.

-sim. -a menina responde.

-e a Senhora, como se chama? -Millie pergunta para a senhora.

-eu me chamo Ester.

-seu nome é muito bonito. -digo gentilmente.

-obrigada.

-certo, amor, o que acha de ir até a cozinha terminar de organizar as coisas... -diz quase me empurrando para longe.

-claro. -digo fazendo o que ela me pediu.

-Millie-

-então. -penso.-a Senhora aceita uma taça de vinho? -pergunto, estou precisando de algo para aguentar essa noite.

-eu sou crente. -ela responde.

-ah... -digo sem reação. -imagino que a Senhora esteja desconfortável...? -me refiro a minha família.

-não me incomodo. -diz seca, tá na cara que ela está detestando.

-hum... -aceno com a cabeça, pensando em algo. -gostaria de um chá?

-pode ser.

-me acompanhe. - vou até a biblioteca, onde temos um barzinho escondido das crianças.

Preparo o chá para ela e um para mim, no meu coloco uma dose de vodka. Entrego para ela e tento iniciar um novo assunto, mas a mulher demonstra que me odeia somente pelo olhar, não sei quanto tempo esse durará esse relacionamento.

-o jantar está na mesa. -Sadie avisa.

-certo, vamos jantar. -respiro fundo e as acompanho até a sala de jantar. -e as crianças? -sussurro para Sadie.

-vão jantar conosco e depois colocaremos elas para dormir. -diz.

-deixe que eu faço isso junto com a babá. -imploro.

-claro, vida. -ela passa o braço pela minha cintura.

[...]

O jantar acabou, foi muito desagradável, eu e Sadie ficamos o tempo inteiro tentando manter a paz mas a mulher não parava de nos dar patadas.

-ai eu to exausta! -me jogo na cama.

-eu também. -ela fala e eu olho para ela que estava do meu lado.

-você viu aquela hora que ela falou que não quer ma influência para a filha dela? -pergunto ofendida.

-eu vi, tenho certeza que foi uma indireta. -revira os olhos.

-eu também acho que foi. -respiro fundo.

Me telefone começa a tocar.

-oxe, eu ué tá ligando a essa hora?

-não sei, vai atender.

Levanto da cama e alcanço o celular que estava em cima do sofá. Olho na tela e vejo que é minha mãe.

-Oi?

-filha, amanhã traga os pequeninos pra cá. -disse e desligou a chamada.

-oxe. -vejo ela ligando novamente.

-seu pai tem exame amanhã de manhã então traga eles de tarde e para dormir aqui. -desligou de novo.

-que era?

-minha mãe. -rio. -ela quer que eu mande os meninos pra a casa dela amanhã.

-mas você nem falou nada.

-ela só me comunicou. -a gente ri juntas. -aiai.

Me deitei na cama novamente.

-belo pijama. -diz reparando na blusinha que marca meus seios.

-para. -digo brincando.

-vem cá... -me agarra pela cintura.

-Sadie! -briguei. -as crianças estão logo ali!

-só um beijinho! -implora.

-eu não vou conseguir me controlar... -ela me imobiliza ficando por cima e prendendo minhas mãos acima da minha cabeça.

-que saudade de te ver assim. -ri safada.

-Sadie... -peço para que ela me beije.

Iniciamos um beijo gostoso eu já me sentia excitada só de estar perto dela mas agora minha buceta parece que quer explodir de tanto tesão.

Ela interrompe o beijo para se levantar, a olho sem entender e ela estende a mão para que eu segure.

-venha. -manda e eu obedeço, me levantando e seguindo o caminho que ela guiava.

Chegando no quarto vermelho ela abria a porta e me jogava para dentro. Era impressionante que até uma humilhação que ela me fazia me deixava excitada.

-posição para receber as instruções. -mandou e com certeza eu fiz.

Essa é a que eu me sento em cima dos calcanhares e coloco as mãos em cima da coxa.

-o que faz com esse cabelo solto? Quer insultar a sua senhora?! - fala alto, fazendo minha intimidade pulsar.

-não senhora. -as palavras saem da minha boca como uma provocação e ela para em minha frente, segurando meu maxilar e me xingando.

Obviamente eu me excito ainda mais, como se isso fosse possível. Ela se abaixa, ficando da minha altura.

-essa roupa aqui... -arfa. -não deveria vestir como pijama, vejo seus seios completamente.

-a Senhora não gostou? -provoco.

-levante. -diz ela depois de se levantar.

Faço o que ela pediu.

-tire a roupa. -manda.

Amores de SillieOnde histórias criam vida. Descubra agora