Camila, recém-chegada a New Richland, aceita trabalhar como assistente pessoal da renomada bailarina Lauren Jauregui, única sobrevivente de um trágico acidente familiar. Determinada a juntar dinheiro para deixar a cidade onde foi obrigada a morar, C...
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Lauren ri, e eu deixo meu corpo cair ao seu lado na cama. Esse foi o melhor sexo que eu já tive, e...
— Não acredito que eu realmente tive um squirting – penso alto, e ela vira apenas o rosto na minha direção. A parte da sua bochecha estava vermelho, com a marca perfeita dos meus dedos. Ela é muito branca, mas eu também bati muito forte. Imagino como está a situação da minha bunda, porque está ardendo. – Sempre achei que se acontecesse comigo eu iria morrer de vergonha, mas eu não percebi que estava acontecendo.
— Ainda bem que não ficou, porque não precisava.
— Bem que você falou que nossa foda ia ser muito boa com o tesão interrompido – ela ri, concordando, e eu sorrio para o teto, abobada após orgasmos bons.
— Posso confessar algo? – Ela pergunta, e eu emito um som nasal, torcendo o nariz.
— Confissões depois do sexo se tornam vergonhosas depois – viro meu corpo de lado, apoiando minha cabeça pelo cotovelo do travesseiro, para aliviar a ardência e conseguir olha-la direito. – Vai confessar que eu te fiz gozar duas vezes e isso foi um feito único?
— Posso confessar duas coisas? Aproveitando que ainda estou chapada.
Eu rio, mas estou surpresa de verdade. Isso é um ponto muito grande se quisermos transar de novo.
— Pode.
— Você pode não acreditar, mas é a primeira mulher que eu transo no meu próprio quarto – rio outra vez, deixando um leve tapa em seu ombro.
— Conta outra, Lauren. Isso é história de pescador.
— Estou falando sério – ela solta uma risadinha. – Tem um quarto de hóspedes deste lado do corredor, em frente ao quarto. Você não viu?
Sei que tem uma porta, do lado do studio, mas não lembro de ter conferido o que tem lá dentro.
— Não limpei nada aqui em cima ainda, então não vi.
— Mas tem. Eu levo elas pra lá. Acho invasivo trazer todas essas mulheres para o mesmo lugar onde eu durmo – posso acreditar que é a cabeça chapada de Lauren dizendo isso, mas faz sentido sua justificativa. O que não faz sentido é a exceção.
— E por que eu?
— Já dormimos juntas duas vezes, e eu chorei na sua frente, acho que é uma boa resposta – ela ri, e eu acabo a seguindo também, concordando com a cabeça. Mas então Lauren se desfaz, levando o olhar até o meu. – Mas cortando um pouco do clima... você sabe que isso não vai se passar disso, né?
Eu sequer estava me lembrando disso, mas não posso me enganar dizendo que não vim com ela pra cama sabendo que não seria nada a mais.
— Não consigo ultrapassar a linha do sexo, e como eu sei que você não é disso e seu tesão acabou, achei melhor dizer. Honestamente, nunca senti vontade de me envolver com algo que não seja isso.