Camila, recém-chegada a New Richland, aceita trabalhar como assistente pessoal da renomada bailarina Lauren Jauregui, única sobrevivente de um trágico acidente familiar. Determinada a juntar dinheiro para deixar a cidade onde foi obrigada a morar, C...
⚠️ N/A: Oii gente!! Então, eu não sei se algum de vocês não viu o último post que fiz, sobre o que eu sentia em relação à histórias. Primeiramente, queria agradecer a todos que responderam com palavras de incentivo, elas são mais importantes do que vocês imaginam. E após essas mensagens, eu vi muito de vocês falando sobre meios de divulgação, e antes do capítulo começar, estive pensando em fazer algo tipo, como uma corrente de divulgação, para tentar chamar público. Mas preciso saber se vocês ajudariam, então... Vocês ajudariam?
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Eu sorrio contra sua boca, e não me importo com minha mão molhada quando pego o baseado de Lauren, apago no mármore, e o jogo para qualquer canto. Ela não reclama, porque sabe o que vem em seguida. Impulsiono meu corpo para frente, fazendo com que Lauren voltasse para a outra extremidade da banheira, e eu pudesse me encaixar nela.
— Estava molhando só de imaginar esse momento – digo, encaixando minhas pernas nas de Lauren, de forma que nossas bocetas consigam se encontrar. – Gosto de foder com você quando posso gemer alto seu nome, e sentir seus tapas.
Lauren se abre mais pra mim, e gememos juntas quando o encaixe de torna perfeito, de forma que eu consiga dar a primeira investida, e minhas paredes internas se contraem. Fazer isso com a água quente nos envolvendo vai ser muito gostoso. Suas mãos vêm de encontro com meu seio, apertando-os com força, enquanto seu olhar se perde no meu corpo. Mordo o lábio, investindo outra vez em uma rebolada lenta, para a instigar, e como uma resposta ao que saiu da minha boca, Lauren faz o que eu descobri ser meu fetiche favorito no sexo, e me acerta com um tapa que me faz ferver.
— Rebola em mim, então – ela leva a boca para meu mamilo, e o contorna com a língua, enquanto a destra sobe para meu pescoço. – Geme meu nome daquele jeitinho manhoso.
Sou atingida pela sua voz, e alivio a própria pulsação no meu clítoris ao iniciar as reboladas com um pouco mais de velocidade. Gememos juntas, e eu tombo a cabeça para trás, oferecendo a ela mais meu corpo enquanto deliro com minha boceta deslizando na sua. Lauren é tão gostosa.
Apoio minhas mãos na borda da banheira atrás dela, a prendendo entre meus braços para me ajudar a rebolar mais rápido e com mais intensidade nela. Sua boca começa a chupar meu seio com gana, enquanto a destra aperta meu pescoço, trazendo aquela sensação gostosa e quente.
— Porra, Lauren – eu gemo, manhosa, querendo tirar minhas mãos dali para a tocar, mas isso significaria o retardamento dos meus movimentos, e não quero isso de jeito nenhum, principalmente pela forma que ela está gemendo. – Ah, isso é tão gostoso. Está gostando?
— Pra caralho – Lauren vacila nos movimentos com a língua pra gemer contra minha pele, apertando mais meu pescoço. – Vai mais rápido.
Eu seguro a borda com mais firmeza, e começo a rebolar em Lauren de forma que a água começa a até mesmo escapulir para fora da banheira, e ela precisa abandonar meu seio para jogar a cabeça para trás, livrando meu pescoço também. Suas mãos vão parar na minha cintura, me ajudando a ir mais rápido, e com o rosto quente devido ao aperto, eu guio o olhar para Lauren, captando todas as suas reações.