—que conversa agradável não? Vem! James falou e já foi indo em direção pra porta.
—obrigada pela comida. Levantei e fui até ele e já cheguei abraçando sua cintura pra amansar a fera.
—por que sair falando da sua vida pra todo mundo?
—por que perguntaram.
—é só perguntar que você fala?
—é, por exemplo me pergunta o quanto eu gosto de você. Falei enquanto caminhávamos sem rumo pela imensidão do jardim, flores, árvores e ao final uma pintura linda do Céu com um nascer do sol encantador.
—não preciso perguntar já sei a resposta.
—não sabe não.
—lembro de você falar pra Ana que não conseguia me tirar da sua cabeça algo assim, então vou deduzir que é muito.
—Como sabe da minha conversa com a Ana? Você estava escutando através da porta? JAMES!
—era vocês quem estavam falando através da porta, da MINHA casa.
—que idiota!
—pare de me destratar, por acaso não é verdade que não consegue me tirar da sua mente?
—é, mas você não deveria saber assim.
—e por que não?
—porque as pessoas escondem os sentimentos, fazem joguinhos de desenterrasse, implicam etc...
—que bobagem, se já sabe que gosta de mim e eu um pouco de você, pra que fingir?
—um pouco? Ele sorriu e eu também não me aguentei.
—não se faça de santo você também me implica.
—mas é com outro sentido.
—que sentido?
—um outro. Nem ele sabia o que estava falando.
Do nada parei vendo uma pequena canoa bem na beira do rio lento.
—podemos ir no rio com isso. Apontei toda entusiasmada.
—parece está muito velha Hailey.
—idai? Se quebrar você luta com um ou dois crocodilos.
—muito engraçada.
James sentiu um aperto no peito e um dificilmente pra respirar sem tamanho.
—já volto.
—onde vai?
Nada disse e saiu andando entre as árvores até que ele pudesse sumir do seu campo de visão. James sentou em uma pedra encostado ao um tronco enorme de uma árvore e começou a tossir e a ver o sangue saindo enquanto buscava por oxigênio.
—merda!
Ficou ali alguns minutos agoniado até voltar a respirar quase normalmente, levantou passou a mão na boca e voltou.
—onde foi? O que estava procurando?
—achou um remo?
—sim, estava do lado.
—vai querer ir mesmo?
—sim! Respondeu entusiasmada.
James virou a canoa e ela subiu, empurrou até que pudesse flutuar tranquilamente e subiu também.
—nossa, parece que estou em um paraíso, todas essas árvores com flores e esse caminho de água incrível.
—é só o que está vendo de incrível?
Ela olhou e sorriu percebendo que ele estava se referindo a ele mesmo.
—acho que sim.
Hailey começou a cantar uma música calma pra combinar com o lugar.
—coitado do chuveiro.
Hailey não deu bola e continuou até cansar.
James parou de remar no meio do nada e a chamou:
—vem cá. Levantou devagar se colocou sobre os joelhos enquanto ele ficou sentado em cima de uma pequena tábua de madeira olhando inclinado para ela.
—o que? Hailey questionou focando naqueles olhos.
Sentiu a mão grande dele passar por seus cabelos e fazer um leve carinho em seu rosto.
—por que não casa comigo?
—O QUE? Ela começou a sorrir novamente porquê ele só devia estar brincando.
—meus pais enlouqueceriam.
—quero saber de você.
Ela ficou em silêncio observando ele esperando sua resposta.
—James, eu não me casaria com mais ninguém estou completamente apaixonada por você e é questão de tempo até que vire amor, ainda é cedo pra pensarmos em casamento não acha? Não se preocupe temos muito tempo ainda e tantas coisas pra decidir, você vai morar na cidade comigo ou terei que virar uma fazendeira de vez?
Estava tão feliz que não parava de sorri com as ideias.
—gostaria de ter mais tempo...
—como assim? Perguntou e James abaixou um pouco mais beijando-a.
Pareciam querer se consumir, a atração e a química rodeavam os dois como se não pudessem se soltar nunca mais.
Os lábios quentes de Hailey e a língua ágil de James eram uma combinação perfeita. A mão dele em sua nuca agarrando os cabelos dela deixava ainda mais excitada.
James afastou sem fôlego e ela também aproveitou pra respirar.
—de verdade quer casar comigo? Eu sou tão chata e exigente.
—saiba sempre que eu quero.
—não sabia que tinha um sonho de casar.
—eu não tinha, mas quero com você, te ver em um vestido leve de branco com esses cabelos dourados soltos e segurando umas florzinhas caminhando até mim.
—pode ser um vestido curto? Sabe tenho gostos revolucionários. Disse pra implicar e James segurou seu rosto.
—nem pensar! Já conversamos sobre você ficar mostrando essas pernas pra lá e pra cá.
—o que é bonito é pra ser visto!
—quando é meu essa regra não se aplica.
—meu corpo não é seu.
—sim é meu e você sabe disso.
Como não ficar enlouquecida com ele tão perto com essa boca tão convidativa com esses cabelos maravilhosos e esse maxilar tão sensual.
—não sei não.
—cada vez que for teimosa comigo eu irei me lembrar e descontar mais tarde.
—boa sorte pra você não perder a conta.
—atrevida!
***
Quando terminamos nosso passeio já estava tarde e precisávamos voltar, eu entrei primeiro e fui direto para o banheiro, não vi ninguém e entrei.
Liguei o chuveiro e foi questão de minutos até James também entrar e trancar a porta.
—o que tá fazendo aqui?
—começamos algo mais cedo e não conseguimos terminar.
—sai do banheiro!
—por que tá me mandando sair com essa cara de safada, quase sorrindo por eu ter entrado aqui.
—eu não estou.
—é? Prova pra mim que não quer.
Hailey aproximou dele e começou a beijar James sem parar, ela desceu as roupas dele e ajoelhou.
James apertou o punho controlando seus instintos sentindo a boca de Hailey deslizando por seu pau.
Ela soltou olhando pra ele passou a língua na cabeça e depois mordeu os lábios. James sem pensar duas vezes deu uma palmada em seu rosto.
—você é terrível, faz essa carinha pra mim agora. Puxou seu braço fazendo-a levantar e a virou de costas. Abriu as pernas de Hailey e entrou dentro dela.
***
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Meu pior castigo
RomanceVem se divertir nesse romance com Hailey, uma patricinha que tem tudo que quer, seus pais fazem questão de bancar todo o luxo da única filha de 23 anos cursando administração em Miami. Por outro lado temos James, um rapaz que não disfruta de tantas...
