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—prova. Ele virou a taça e ela tomou, passou a língua nos lábios sem perder nem se quer o aroma.
—é maravilhoso, amo vinho seco.
—tenho uma coisa pra você.
Hailey viu uma toalha de piquenique em cima da mesa e forrou o chão, ficou esperando e observando o quão impressionante aquilo estava sendo, o oxigênio limpo as árvores balançando seu verde sensacional, era como se não existisse ninguém no mundo somente eu e esse céu enorme.

—fica tão linda calada.
—muito engraçado. Respondi observando a sacola que ele estava.
—o que é? É pra eu fechar os olhos? Nem esperou a resposta e já estava de mãos estendida e de olhos fechado.
James só retirou da sacola e colocou em sua cabeça Hailey olhou e pegou.
—um chapéu? Tá querendo me transformar em uma caipira?
—não seria nada ruim, mas você não tem vocação.
—não mesmo.
—se não quiser é só me devolver qualquer garota vai querer esse chapéu.
—comprou pra mim não foi? Rum! Agarrou o chapéu e colocou na cabeça.

Hailey começou a lhe dar um montão de beijinhos até James deitar no tecido xadrez.
Colocou as mãos no rosto dela e beijou sua boca.
—o que você fez comigo?
—achou mesmo que não ia cair nos meus encantos?
—safada. Ele deu um tapa na bunda dela e Hailey foi descendo beijando cada parte do seu corpo.
Pescoço, abriu alguns botões e beijou seu peito, desceu mais parando em sua oblíquo bem marcado insinuando o caminho para a maravilha.
É claro que não iria fazer nada ali, mas era ótimo provocá-lo.
Passou a língua a poucos centímetros do seu pau que já estava duro esperando ansiosamente pra ele por a boca.

Mas Hailey simplesmente levantou e sorriu pra ele.
—melhor voltarmos.
—tá de brincadeira comigo?
—não, eu preciso voltar sabe. Hailey nem conseguiu levantar por completo James segurou seu braço e a puxou pra cima dele.
—não faz gracinha comigo.
—não estou. Ela sentiu aquelas mais grossas levantando seu vestido longo e encontrando sua calcinha.
—James aqui não é um bom lugar.
—todo lugar é um bom lugar. Afastou o tecido pro lado e começou a acariciar seu clitóris.
—hmm... como você consegue fazer isso tão bom.
—tão bom é? Beijou os lábios dela e introduziu dois dedos, tirou e colocou algumas vezes até sentir Hailey molhando muito.

—no ponto que eu gosto... sua bucetinha toda molhada. Mordeu de leve seus lábios rosados e colocou a mão por debaixo dela e desabotoou sua calça e com a ajuda dela desceu deixando seu pau livre.
Hailey sempre ficava fascinada olhando como podia ficar tão duro.
Sem esperar ele mandar nada, arrumou eu vestido e foi encaixando até descer tudo.
—alguem pode ver a gente.
—não é uma delícia... nossa como está apertando meu pau.
Retirou o cabelo dela da orelha e o pendeu na mão falando em seu ouvido enquanto Hailey subia e descia.
—devagar assim você vai me matar!
—ah... James... para...

Ele já tinha percebido que toda vez que falava, ela arrepiava além de molhar ainda mais.
—geme mais pra mim! Ela beijou seus lábios e soltou mais um, gostoso fazendo James lhe dá uma palmada de estralar.
—quero te comer de tantos jeitos... em tantos lugares... isso... que buceta delícia!
—hmm... apertou os braços dele com tanta força.
—não sabe a vontade que esto de encher essa buceta de porra.
—faz isso...
—para de pedir.
—faz eu quero sentir... quente dentro de mim...
—para!  Hailey ergueu seu corpo apoiando as mãos nos peitos dele e começou a rebolar sem parar.
—vai...

—que filha da puta!
Hailey deu um sorrisinho e James lhe deu uma palmada na cara. Rapidamente segurou os dois braços dela pra trás fazendo-a deixar em seu peito.
—você é uma safada.
—você gosta?
Ja sabia bem a resposta.
Ele colocou a mão sobre a lombar dela pressionando pra baixo e encaixou todo seu pau escutando Hailey gritar, gozou tudo, sem deixar nem uma goza escorrendo. Retirou e colocou novamente todo melado esperando que ela também fizesse, foi tão prazeroso ver James gozar que em poucos minutos ela fez o mesmo.

—você não tem jeito.
—a Ana comprou remédio pra mim. Sorriu achando o máximo.
—só agora você me avisa?
—aí não teria graça de você achar que era proibido.
—sabe que vá ter volta.
—precisa parar de ser vingativo.
—não concordo.

Ele sentou com ela no colo e arrumou o cabelo suado de Hailey.
—por que não começa a me chamar de amor?
—não quero.
—mas é meu desejo de princesa ser chamada de amor, acho bonito.
—não.
—mas por que não? Não sou seu amor? Vamos supor que...
—vai começar. James levantou arrumou a roupa e Hailey não parava de falar.
—eu quero um nome fofo.
—pantufa já é fofo.
—não quero pantufa, quer que eu chame você de caipira brega pra sempre?
—eu não me importo.
—James!!! Estendeu os braços na sua creste e ele sem parar um segundo do colocou ela nas costas e saiu andando.
—Ai! Me põe no chão!
—quando calar a boca.
—você não manda nela.
—certamente, se fosse ao contrário não estaria falando até agora!
—irritante!
—vamos ver os cavalos as vezes você quer montar mais.
—sabia que é constrangedor você comentar depois o que aconteceu?
—o que aconteceu?
—ahh muito bem.
—só lembro de você louca sentando em mim como se o mundo fosse acabar, vai com calma pantufa não quer me deixar sem pau né.
—falei pra não comentar!
—você gostou do tapa?

***
—onde vai?  Hailey perguntou já de noite aparecendo na cozinha secando o cabelo.
—preciso sair. Decidiu depois de receber uma ligação.
—pra onde?
Questionou desconfiada.
—eu já volto.
—só me diz onde vai.
—não precisa me esperar. James disse simplesmente e saiu.

Meu pior castigo Histórias para pegar e não largar. Descubra agora