Dei de ombros e continuei meu serviço, estava louca por um banho o mais rápido possível.
Quando estava tudo limpinho, eu fui para dentro da casa e esperei secar. Tomei um banho e voltei para o celeiro. Ah ele ha de me pagar esse carregador, eu devo ter perdido tantos seguidores ou até mesmo eles devem achar que eu morri.
Tentei arrumar aquele lugar o máximo que pude, não ficou nossa que ambiente, mas pior do que estava não tinha como ficar.
Deixei como estava e era minha vez de tomar outro banho, pois a empregada aqui, precisa trabalhar. Que ódio! As minhas pernas já doíam e com certeza meus braços estariam pior mais tarde.
James por um milagre divino me dei carona, sem trocar uma palavra, estava tão focado em algo em sua mente que eu também me contive e nada falei.
Mais um dia normal como todos os outro, minha vida aqui era uma agitação por ser tudo novo ao passo que também era um tédio. Não havia barzinhos nem shopping nem nada para passar o tempo.
—hailey, entregue naquela mesa. Eu consenti e levei a bebida, já estava quase na hora de fechar e esse povo não parava de beber.
—aqui. Coloquei a bebida na mesa e olhei o homem com uma cara horrível toda machucada.
—não precisa disfarçar. Ele falou irônico sorrindo olhando pra mim.
—as minhas expressões faciais tem vida própria.
—percebi. Aí eu lembrei que era o cara do chapéu, insuportável! Quase não lembro já que ele não estava com aquela cabana na cabeça.
—a propósito Hailey, meu nome é Sebastian.
—i? Olha quer mais alguma coisa?
—está com medo de mim?
—de você? Por favor... meu primo é bem mais arrogante. Fui retirando a bandeja para ir embora sem ânimo algum desse cara...
—dele devia ter medo mesmo, aliás foi ele quem fez isso no meu rosto, só porque eu fiz uma brincadeira.
—oi?
—James não é quem parece ser. Ele levantou da cadeira e ficou bem do meu lado e falou no meu ouvido.
—ele já contou por que foi preso?
Preso? Como assim preso?
—cuidado pra ele não te pegar a força também, até depois.
—a força? O que o James fez? Fiquei sem saber o que pensar. Confesso que me surgiu um pouco de medo, mas isso não fazia sentido.
Quando olhei para a rua James estava estacionando a caminhonete é só olhou pra mim como um sinal de entra logo, to esperando.
Eu olhei a hora retirei meu avental dei tchau e fui em direção ao carro.
Ele como antes deu partida e nós seguimos, quando estávamos no meio do caminho, enquanto eu via as admires passando pela janela e o cheiro da noite, não consegui me conter em não perguntar.
—você já bateu em alguém?
—por que quer saber?
—já ou não?
—ele ficou pensando por um curto tempo até me responder e falou:
—que homem nunca bateu em alguém?
—então é um sim... ele nada falou mais chagamos em casa e eu continuei pensando naquilo.
Fui ao quarto perguntar se meu tio estava bem após ter tomado um banho.
Ele já estava dormindo, cheio de remédios.
James também foi tomar banho e estava ao telefone comentando com Lorenzo que Atlas não queria comer.
Em cima da mesa outra torta, bem parecida com a aquela menina trouxe outro dia. Talvez ele estava a noite inteira em outros quartos.
Bom isso não é da minha conta, mas por que esse cavalo com gênio de burro não quer comer? Respirei fundo e peguei algumas coisas coisas na fruteira e fui lá no celeiro. O céu estava tão escuro deixando em evidência as milhares de estradas. De fato a melhor imagem que captei em minha mente até agora. Eu fiquei encantada, parando para pensar eu não lembro de ter visto escrevas em Miami. Mas aqui... isso era fantástico como se todas estivessem se reunindo para um evento.
Involuntariamente sorri e uma brisa gostosa passou por meus cabelos, não bagunçou meu cabelo apenas parecia me fazer uma carícia. Caminhei até o dramático e entrei.
—Boa noite enjoado, pode me falar por que cavalos não quer comer? Você comeu comigo hoje cedo!
Atlas relinchou pra mim.
—isso é motivo? Eu tenho certeza que você está fazendo manha para o James! Ele nem foi capaz de reconhecer que eu te dei comida, por culpa sua.
Bufei alto e fiquei ao seu lado, peguei uma maçã e dei pra ele, o bonito logo comeu, devia está com fome.
—toma, vai comer tudo em.
Enquanto ele comia eu tentei fazer carinho, mas ele largou a fruta e relinchou pra mim.
—já entendi já entendi, que dia vai me deixar tocar em você em? Te dou comida e é assim que me agradece?
Ele com uma expressão séria voltou a comer e nem me deixou tocar um pouquinho, um cavalo tão lindo desse... as vezes eu ficava pensando o quanto era bom ter um parceiro, James era o único humano para ele, o preferido. Isso era incrível... a fidelidade de um animal.
—vai deixar agora? Só perguntei.
—ele não vai deixar nunca você o acaricia-lo se ficar colocando a mão pela frente dos olhos dele.
James falou pra mim encostado na porta do celeiro olhando pra gente. Eu assustei e fiquei pensando a quanto tempo ele estava ali.
—ele não deixa eu toca-lo de nenhuma forma. James retirou as mãos do bolso e caminhou até a gente.
—então você está comendo meninão? Atlas fez aquilo outra vez, deitou no ombro dele.
—acho que ele faz drama pra você...
—não diga que ele é dramático.
— aff.
—faça assim. James segurou minha mão e a tocou no pelo de atlas pelo lado e também por trás.
—se você do nada colocar a mão na frente do rosto dele, Atlas vai ficar bravo com você, pode achar que é uma ameaça ou que está tentando bater nele.
—eu não bateria nele.
—ele foi ensinado assim.
—que pelo gostoso Atlas... qual seu shampoo?
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Meu pior castigo
RomansaVem se divertir nesse romance com Hailey, uma patricinha que tem tudo que quer, seus pais fazem questão de bancar todo o luxo da única filha de 23 anos cursando administração em Miami. Por outro lado temos James, um rapaz que não disfruta de tantas...
