ADRENALINA

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Aviso:

Esse livro tem mais de uma história nele, talvez essa não seja a continuação da história que você esteja lendo no momento. Para descobrir observa o título do imagine que você está lendo e olha esse título, caso não seja a continuação do imagine que está lendo abre o negócio ao lado e ver se tem a continuação do imagine que está lendo e aperta nele e continua a sua leitura. Caso esse seja a continuação, tenha uma boa leitura!
















A porta foi brutalmente aberta. Meus olhos se encontraram com os deles. Ele ficou paralisado durante alguns segundos, me encarando ou melhor, me analisando.

Engoli a seco e me ajeitei na cama.

Ele não estava com uma aparência boa e parecia que nem dormiu; se duvidar, ele realmente não dormiu.

Ele estava demorando muito para começar com o sermão, e eu apenas ouviria, ele estaria certo. Eu tinha sido imprudente e irresponsável, acabei colocando a vida do bebê em risco e parecia que meu desaparecimento o tinha afetado bastante.

Um suspiro trêmulo escapou pelos meus lábios, atraindo sua atenção. Entrelacei minhas mãos, esperando alguma reação ou sermão dele.

Ele retrocedeu um passo, mais, mais e mais um, assim por diante até sair do quarto. Mordi o lábio inferior.

Joguei a cabeça para trás e encarei o teto branco, sentindo meus olhos arderem. Que ele ainda esteja aqui, que esteja aqui, por favor.

Levei minha mão até minha barriga, soltando um suspiro. Mesmo sem piscar, as lágrimas desciam pelo meu rosto, enquanto meu coração se apertava.

Engoli com dificuldade, ainda encarando o teto. Os segundos foram se passando até se transformarem em minutos. Perdida nos meus pensamentos, não reparei que a porta tinha sido aberta até sentir uma presença ao meu lado.

Meu corpo se arrepiou ao encontrar seus olhos vermelhos. Ele se aproximou e pegou minha mão. Lágrimas insistiram em descer, e mesmo eu não permitindo, elas desceram. Ele se ajeitou ao meu lado na cama e me abraçou, fazendo carinho nos meus cabelos.

- Me desculpa, me desculpa, desculpa, desculpa... - Murmurei com a voz de choro, o abraçando fortemente, enquanto as lágrimas molhavam sua camiseta preta. - Desculpa, desculpa, desculpa...

Ele soltou um suspiro trêmulo.

- Se acalme. - Sua voz saiu rouca e baixa. - Se acalme... - Um beijo foi depositado na minha cabeça. - Os médicos não falaram nada, além de você ter chegado aqui com um sangramento. - Parou de fazer carinho nos meus cabelos e me ajeitou nos seus braços. - Talvez tenha sido apenas um pequeno sangramento.

Ele estava certo. Talvez pudesse ter sido apenas um pequeno sangramento, isso já tinha acontecido com uma pessoa da minha família.

Eu precisava me acalmar. Precisava me acalmar.

Respirei fundo e soltei devagar o ar, sentindo meu coração bater tão rápido quanto a chuva caindo.

- Isso. - Ele murmurou voltando a fazer carinho nos meus cabelos.

Os minutos foram passando, e ele não saiu do meu lado, tentando me manter calma. Ele balbuciou algumas coisas, tentando me distrair até o médico aparecer, e ele apareceu.

Me levantei rapidamente, e ele fez a mesma coisa, encarando o médico com o jaleco branco, que parecia ter uns trinta e poucos anos. Ele estava com alguns papéis nas mãos, dando uma análise rápida. Ao terminar, ele nos encarou.

IMAGINES : ND E SN ( Não Revisado )Histórias para pegar e não largar. Descubra agora