Capítulo adrenalina:
O fim da jornada e o início da felicidade
Soltei um suspiro, me sentindo cansada. Essa semana foi bastante agitada, mesmo eu estando internada.
O meu querido marido quase matou o médico, após ele explicar o que iria acontecer. Me encheram de exames e descobrimos que não estava tão grave como poderia ser.
Fiquei uma semana inteira internada no hospital recebendo antibiótico intravenoso. Agora eu estou em casa, tomando antibióticos orais.
Ainda tinha risco de acontecer um parto prematuro, mesmo assim eles disseram que eu estava de alta. Não sei se o meu marido tinha algo haver com isso, mas quando cheguei em casar havia um médico atento ao meu estado por vinte quatro horas por dia e algumas enfermeiras.
Estava descendo as escadas, quando a porta foi aberta revelando o Mikael. Ele deu um breve sorriso, me deixando com uma pulga na orelha.
Desde quando esse rabugento sorri? Ainda mais, para mim?
— Aconteceu alguma coisa? — Perguntei, terminando de descer o último degrau.
— Sim. — Até o tom da sua voz estava diferente. — Descobri que não foi ser pai! — Ele falou com alívio, enquanto escapava um suspiro de seus lábios.
Ergui uma sobrancelha. Eu tinha esquecido completamente disso, ele estava com a nossa cozinheira.
— Quem é o pai, então? — Perguntei, andando na direção da cozinha. A cozinheira tinha tirado licença da maternidade, ainda estávamos procurando outra.
— Não faço ideia. — Deu de ombros, não se importando muito. — Estava sendo sufocado com a ideia de ter filho. Não que eu não goste da ideia de futuramente ser pai, só que nesse momento tenho algumas prioridades.
Resmunguei, abrindo a geladeira a procura de algo para comer. Eu não estou com vontade de comer nada ultimamente, mesmo assim eu tento.
Parece que meu filho está enjoado das comidas. Soltei um suspiro fechando a geladeira e encarando o Mikael.
— Então, parece que alguém foi corno. — Murmurei, pensando no que eu poderia comer.
— Eu recebo esse título com orgulho nesse momento. — Disse sorridente. — O que está procurando?
Estava mexendo nos armários, vendo o que poderia fazer.
— Não é óbvio? Comida. — Murmurei me sentindo de péssimo humor.
— Engraçada. — Ele resmungou — Como está o seu relacionamento com o don?
Não queria falar sobre isso. Quanto menos penso melhor. Fiquei na ponta dos pés tentando ver. Logo fechei a porta do armário.
— Você poderia ir num restaurante para mim? — Perguntei me virando na sua direção. — Chinês, por favor?
Ele assentiu, parecendo perceber que o meu relacionamento com o seu chefe está na mesma. Eu estava errada, eu sei disso.
Só não aguento mais como as coisas estão indo com ele. Ele não estava mais dormindo na mesma cama e raramente o via agora. Mas, sempre os seguranças estão ao meu redor.
Estou me sentindo sozinha. Eu não sei nada sobre Breno, já tentei ligar mas sempre vai para cada postal. Até hoje não sei o que o H/n fez com ele.
— Quer ir? — Ele perguntou, erguendo uma sobrancelha. — Ultimamente só está dentro de casa.
Balancei a cabeça negando. Ele deu uma olhada estranha por alguns segundos antes de sair.
A cozinha estava vazia. Como o resto da casa. Soltei um suspiro, me apoiando na bancada.
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IMAGINES : ND E SN ( Não Revisado )
RomanceSejam bem - vindos, obrigada por escolher esse livro como sua leitura atual. Nesse livro contém várias histórias, e cada capítulo é continuação de um imagine ou um novo imagine. Fiquem atentos ao título, para indentificar se é a continuação do imagi...
