quarenta e quatro

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saudade de postar say uma vez por semana

eu juro que tentei escrever eles, mas ao ver que me forçar não estava ajudando, eu meio que deixei os empresários de lado, não vi nada deles, não entrei no docs, não vi comentários e não falei de say com alguém até um dia antes de escrever esse capítulo sem pressão alguma

foi tão bom só ter sentado na cadeira e ligado o notebook para tentar escrever eles e ver que foi isso aqui que surgiu me deixou contente, espero que vocês gostem

boa leitura

— com amor, Tata.

— com amor, Tata

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alexandre nero

Com toda certeza do mundo tudo o que aconteceu para chegarmos até aqui não era para ter acontecido assim.

Confesso não saber por onde começar a acalmar a minha mente. Me lembro que, antes de começar a hiperventilar, Giovanna estava sentada em cima das minhas pernas e toda empolgada enquanto abria uma caixinha de um brinquedo sexual. Lembro que essa ideia surgiu completamente aleatória dentro da minha mente e que o tesão de Antonelli estar grávida me atiçou muito para testar algo novo. Só que, como sempre, minha sócia é muito mais esperta que eu e me surpreendeu ao mostrar que tinha um plano excelente em mente.

— O que é isso? — perguntei enquanto engoli seco.

— Claramente um anel. — ela revirou os olhos.

— E isso se usa como brinquedo sexual? — franzi a sobrancelha.

— Esse não, mas tem um que sim. — ela sorriu com o canto da boca e ergueu os ombros. — Eu queria algo mais romântico, mas se eu fizesse algo romântico você com certeza levantaria da mesa do restaurante e me internaria na primeira clínica psiquiátrica que visse no caminho.

— Como usa isso, Antonelli? — ignorei completamente o que ela falou, pelo menos por uns segundos e segurei os punhos dela. — E por que envolve romance?

— Você é lerdo mesmo em. — ela me deu um tapa no peito e ameaçou se levantar, mas eu a impedi disso. — Me solta pra eu te mostrar, Alexandre.

Soltei a cintura dela lentamente e lambi meu lábio quando Giovanna apoiou as mãos no meu peito para se levantar e tirar o anel da caixa. Observei cada movimento dela e quando vi essa mulher se ajoelhando as coisas começaram a ficar estranhas.

— Me diga que a parte do romance não é o que parece que é. — suspirei fundo.

— Se você não ficar me atrapalhando de cinco em cinco segundos. — deu um tapa na minha coxa.

— Dá pra parar de me bater! — gritei.

— Tá gritando comigo por quê? — ela começou a se levantar. — Lembre-se de que você está na minha casa e de que eu posso te colocar pra fora a qualquer momento.

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