quarenta e cinco

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não tenho muito o que dizer, só que estava sem tempo e continuo sem tempo, eu estou escrevendo quando dá e odeio entregar um capitulo incompleto, embora ele esteja assim apenas na minha cabeça, então é por esse motivo que os capítulos estão demorando para saírem, mas mesmo assim eu espero que vocês gostem de ler o que surgiu aqui, até qualquer hora

boa leitura

com amor, Tata.

giovanna antonelli

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giovanna antonelli

— Eu preciso ir, meu amor, alguém tem que aparecer na empresa, antes eu do que você, né? — tentei me levantar da cama, mas Alexandre conseguiu me impedir quando segurou firme a minha cintura. — Eu sei que você está bem, agora me deixa ir.

— Tá bom, Giovanna. — ele deslizou a mão pela minha cintura e afastou o corpo do meu meu.

— Ah não, Giovanna não. — afinei mais a minha voz.

— Um beijo, então. — ele fez bico com a boca. — Antonelli, só um beijo, já tá difícil de me controlar para não começar a te puxar de volta para a cama, por favor.

— Te vejo na empresa. — revirei meus olhos e dei um selinho nele antes de me levantar com pressa.

Suspirei fundo antes de sair do meu quarto e comecei a lembrar, isso no caminho do quarto até o meu closet, de como eu consegui acalmar esse homem sem ele sequer ter me falado o motivo da crise de ansiedade que ele teve durante a madrugada. Nunca me vi sendo essa pessoa que consegue acalmar alguém, mas devo admitir que amo a forma como consigo acalmar Alexandre.

Balancei a cabeça antes de puxar o ar para começar a procurar uma roupa qualquer em meu guarda-roupa e, quando olhei no espelho, me vi com um vestido vermelho no corpo. Sorri para mim mesma e saí do closet quando escutei alguém se aproximar do local. Não fiquei esperando ele chegar e invadir meu espaço como sempre faz, então eu só peguei um salto qualquer na minha prateleira de sapatos e me sentei no sofá que tenho nesse ambiente para começar a colocá-lo em meu pé.

— Eu vou com você. — meu sócio encostou no batente da porta. — Deixa que eu te ajudo com isso.

— Ninguém sabe que estamos juntos, não podemos chegar no mesmo carro. — revirei meus olhos e neguei com a cabeça ao começar a encaixar o salto no pé esquerdo.

— Antonelli, nós vamos ter um filho juntos, já está na hora das pessoas, bom pelo menos as pessoas com quem trabalhamos, ficarem sabendo disso aqui. — ele apontou para nós dois e me impediu de colocar o salto.

— Disso? — arqueei a sobrancelha.

— Disso! — ele afirmou e começou a dar um nó no laço do meu salto.

Neguei com a cabeça, mas confesso que não vejo a hora de ver a reação do Charlie em relação a isso, porque tenho certeza de que Harper já sabe do meu conturbado relacionamento com o Alexandre Nero.

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