Dois empresários, dois extremos opostos, porém um único propósito: reerguer suas empresas que estão prestes a decretar falência.
Será que Alexandre e Giovanna serão capazes de conviver em sociedade pelo bem de seus negócios?
um oi meio tímido por aqui, já que vi que não atualizo desde maio, mas assim, meu trabalho me consumiu por inteira e eu só fui ter férias agora, ai aproveitei que to com bloqueio no meu livro e vim aqui tentar escrever eles. espero que gostem do que surgiu nesse capitulo, gostei de escrever meus empresários e espero voltar mais rápido do que levar a porra de quatro meses para atualizar. o capitulo está pequeno, mas não me obriguei a escrever algo só para encher linguiça. bom é isso, boa leitura sempre
— com amor, Tata
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alexandre nero
Tudo, absolutamente tudo, deu errado.
Já tem cinco dias que Luna está aqui no Rio de Janeiro e, nesses cinco dias, minha sobrinha achou ser uma brilhante ideia ficar na casa de Antonelli. Ou seja, as roupas que eu havia planejado levar para a casa da minha sócia aos poucos, foram levadas às pressas em uma mochila qualquer que encontrei no meu quarto.
E para piorar ainda mais a situação, Giovanna estava odiando, pelo menos demonstrando odiar, o fato de um homem de um metro e oitenta estar enfurnado na casa dela com uma criança de cinco anos de idade.
Fui arrancado dos meus pensamentos de como mandar Luna de volta para a casa da minha irmã e acabar com a pequena lua de mel que ela e meu cunhado não conseguiram ter há cinco anos, tudo pelo simples fato de que, bom, minha sobrinha nasceu. Enfim, suspirei fundo quando minha mulher puxou minha camiseta pela quinquagésima vez e conseguiu me tirar do pensamento de colocar Luna em um ônibus com a companhia de Charlie.
— O que foi? — sussurrei.
— Tem cinco dias que a gente não se pega, Alexandre, cinco dias que você sequer encosta em mim, eu to sentindo falta de você e tá sendo muito difícil ver você parado todo gostoso na minha frente. — ela não falou em um tom tão baixo, mas eu poderia jurar que ela sussurrou em meu ouvido.
— Você tá sentindo falta de sexo? — optei em sussurrar e sorri ao ver ela afirmar com a cabeça. — Mulher, você se tornou uma completa de uma viciada em.
— Viciada? — ela franziu a testa e manteve o tom de voz em um sussurro. — Palavra nova para grávida, é?
— ACHEI VOCÊS! — o grito infantil nos assustou e eu coloquei a mão no peito. — Minha vez de esconde.
Nós dois estávamos escondidos atrás do balcão da cozinha na casa de Giovanna, tudo na intenção de brincar de pique-esconde com a minha sobrinha. Nesses cinco dias aqui, essa se tornou a brincadeira favorita de Luna, claro que, depois de ouvir zilhões de vezes como a branca de neve se juntou com os sete anões e de como uma maçã a colocou em um sono profundo e apenas o beijo do amor verdadeiro a acordou.
— Ok, ok, você me encontrou. — sorri ao ver Giovanna tentando fazer Luna parar de fazer cosquinha nela. — Princesa?
— Sim. — minha sobrinha respondeu e sorriu para minha sócia.