Dois empresários, dois extremos opostos, porém um único propósito: reerguer suas empresas que estão prestes a decretar falência.
Será que Alexandre e Giovanna serão capazes de conviver em sociedade pelo bem de seus negócios?
bom, eu meio que fiz uma maratona da trilogia de cinquenta tons e isso encheu minha mente de ideia. espero que gostem pra onde minha mente me levou com esse capitulo, não sei quando volto, mas saibam que volto.
boa leitura, sempre
— com amor, Tata.
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giovanna antonelli
É claro que demoramos mais que o necessário para chegar na conveniência perto do apartamento da Harper.
Fiquei olhando para os lados e sorri ao entender que meu sócio parecia conhecer muito bem essa parte do Rio de Janeiro, mas, é claro, a demora tinha outra razão: eu havia decidido iniciar um boquete nele, e a reação foi imediata. Alexandre parou o carro e, sem desviar os olhos dos meus, disse com aquela voz rouca e firme que eu estava completamente fodida.
E, sinceramente, eu não ia sair daquele carro antes de ter certeza de que ele também sentisse o mesmo que eu.
A pressa desse homem em me puxar para mais perto só me fez sorrir contra a boca dele. Alexandre ainda tenta disfarçar o quanto me deseja, mas não percebe que já perdeu essa guerra há muito tempo. Cada vez que seus dedos apertam minha cintura, cada vez que ele geme sem controle, eu sei que o tenho na palma da minha mão.
— Você dirige bem... — murmurei contra o lábio dele, só para provocar. — Mas beija mil vezes melhor.
Alexandre riu baixo, rouco e, me empurrou de leve contra o banco, como se quisesse recuperar parte do controle.
Quase conseguiu.
— Acho que vamos ficar mais confortáveis no banco de trás. — sussurrei, entrelaçando meus dedos nos fios de cabelo dele, sentindo cada reação do corpo desse homem se moldando à minha.
— Eu tenho uma ideia melhor. — ele sorriu, deslizando a mão pelo meu corpo até chegar onde abaixa o banco do passageiro. — Ainda bem que a cadeirinha da Luna tá do meu lado.
— E olha só, nós fomos espertos em deixar a sua sobrinha com a Harper, mas não precisamos falar dela agora. — murmurei, desviando o olhar para Alexandre com aquele sorriso malicioso que sabia que o deixaria sem fôlego.
Inclinei meu corpo para mais perto dele, sentindo a proximidade que queimava entre nós. O vestido em meu corpo se ajustou de forma insinuante enquanto eu me aproximava e, pude perceber, pelo brilho nos olhos de Alexandre, que a provocação estava funcionando.
Meu sócio me olhou surpreso, a boca entreaberta me fez sentir um arrepio percorrer por cada centímetro do meu corpo. Cada reação dele só aumentava meu desejo de continuar brincando com essa tensão, deixando o silêncio do carro carregado de antecipação.
Sem pressa, observei o efeito que causava. O motor do carro parecia sumir, e só existíamos nós dois naquele espaço, cada gesto meu respondido pelo olhar e pela respiração dele.