Arizona Robbins
Já haviam passado uns 15 dias desde que voltamos da nossa viagem relaxante na pousada na qual tivemos muitos momentos quentes. Hoje acordei um pouco mais cedo e deixei minha esposa deitada. Tomei um banho e desci pra preparar um café da manhã para minha família. Eu usava uma blusinha branca de alcinha e um shortinho listrado bem larguinho. Desci e comecei a preparar bacon, ovos, panquecas e suco de laranja. Eu estava de costas quando senti um perfume e duas mãos firmes na minha cintura, logo sorri. Senti beijos molhados no meu pescoço.
—Senti sua falta na cama. —disse minha esposa e me virei pra ela dando um beijinho.
—Vim fazer café da manhã pra vocês. —eu disse passando os braços pelo pescoço dela. —Você está tão cheirosa! —eu disse e deixei um beijo em seu pescoço.
—E você cada dia que passa mais linda, está com um brilho diferente. —ela disse e eu sorri. —Será que foi o sexo que fizemos ontem? —ela disse implicando comigo e eu dei um tapinha no braço dela.
—Na verdade... —eu disse e tirei o papel do exame de sangue que comprovava minha gravidez do bolso de traz do meu short.
—O que é isso? —ela disse e pegou o papel da minha mão.
O exame mostrava o resultado e ela lia atenciosamente enquanto eu percebia seus olhos encheram de lágrimas.
—Amor... não acredito! —ela disse rindo e chorando ao mesmo tempo.
—Acredite, em alguns meses teremos mais um pacotinho. —terminei a frase e ela me abraçou apertado.
Ela desceu ficando abaixada, levantou minha blusa e começou a distribuir beijos na minha barriga.
—Quando você descobriu? —ela perguntou.
—Tem alguns dias que minha menstruação estava atrasada então anteontem fiz um exame de sangue no hospital e eu estava tentando elaborar uma surpre...—fui interrompida com ela me beijando.
—Essa foi a melhor supresa que você poderia me dar. Na verdade, estou surpresa que não aconteceu antes. —ela disse ainda agarrada ao meu corpo.
—Estou surpresa, com medo mas estou feliz. Sei que você estará comigo em todo o processo. —eu disse fazendo um carinho no seu rosto.
—Óbvio amor! —ela disse.
Terminei de preparar o café da manhã e nos comemos e depois ficamos agarradas no sofá aproveitando a companhia uma da outra. Estávamos trocando selinhos até ouvirmos uma voz.
—Por que vocês estão se beijando? —disse Zoey e eu ri. Nisso ela veio pro nosso meio.
—Porque eu amo a Mama e ela me ama! —eu disse e minha filha deu de ombros.
—Tudo bem, estou com fome mommy! —ela disse e eu a peguei no colo.
—Vem, tem panquecas, ovos e bacon. O que você quer? —eu perguntei olhando seu rostinho perfeito.
—Panqueca e ovo! —ela disse.
—Vou olhar a Sofia, amor! —disse minha esposa.
Eu coloquei o café da manhã pra Zoey que acordou com fome. Depois Callie apareceu com Sofia na cozinha.
—Ela estava acordada mas ainda estava deitada no berço. —disse minha esposa com a bebê no colo.
—Vem cá meu bebê. —eu disse e peguei Sofia.
Eu comecei a pensar como contaríamos pra Zoey sobre a gravidez, agora que ela entende mais.
—Como vamos falar com ela? —perguntei.
—Filha, o que você acharei de ganhar um irmão ou irmã? —perguntou minha esposa pra Zoey.
—Vai ficar no meu quarto? —ela perguntou enquanto comia.
—Não, filha. Vai ter o próprio quarto. —eu expliquei.
—Acho que tudo bem. —ela disse simples.
—A mommy está grávida! —disse Callie.
—Eu não quero então! —ela disse e começou a chorar.
Depois que contornamos a situação com a Zoey e ela se acalmou, resolvemos ir fazer um piquenique na praia no final da tarde. Levamos fritas, sanduíches, suco e algumas cervejas pra minha esposa e eu.
O final de tarde estava agradável e estar com as pessoas que eu mais amava e esperando mais uma, de fato era um sonho.
Eu via minha esposa com Sofia no colo correndo atrás de Zoey que gargalhava e eu não podia estar mais realizada. Minha esposa veio sentar do meu lado enquanto nossas filhas brincavam.
—Eu nunca imaginei uma vida assim, essa realidade era muito distante até você aparecer. —ela disse enquanto bebia.
—Eu não poderia escolher uma mãe melhor. —respondi olhando pra ela que veio me dar um beijinho.
—Eu quero fazer amor com você! —ela disse e eu sorri tímida. O efeito que ela têm sobre mim é o mesmo.
—Calliope, se controle, suas filhas estão aqui. —eu disse e ela me puxou pra perto.
—Elas estão brincando e eu estou apenas falando com a minha mulher que eu quero fazer amor, essa noite, todos os lugares possíveis. —ela disse no meu ouvido.
—Calliope... —eu disse me controlando.
Ficamos mais algum tempo na praia até a Sofia ficar enjoadinha e entramos. Demos banho nas meninas, elas quiseram leites e ficamos deitadas na sala com elas vendo filme. As meninas demoraram um pouco pra dormir, Callie subiu com Zoey e eu com Sofia. Colocamos elas na cama e depois fomos pro nosso quarto. Comecei a tirar minha roupa pra tomar um banho, minha esposa estava sentada na cadeira do quarto me olhando.
—Você gosta de me provocar, né? —ela perguntou.
—Você vem? —perguntei.
Ela levantou e eu podia ver seu membro marcando o short. Ela veio já me agarrando e me beijando. Eu estava pelada e ela passava aos mãos por todo o meu corpo. Eu já estava louca de tesao.
—Tira essa roupa e entra logo em mim. —eu disse.
—Eu vou te foder depois, primeiro vamos fazer amor no banho. —ela disse apertando minha bunda com força.
—Amor, por favor vai. —eu disse manhosa.
Ela foi me levando pro banheiro beijando meu pescoço, entrei no box e esperei ela tirar a roupa dela. O corpo musculoso, os braços fortes e a barriga trincada, sem contar a melhor parte. Ela entrou na água comigo e me abraçou, senti seu membro duro na minha barriga e comecei a massagear e ela soltou um gemido e puxou meu cabelo. Beijou minha boca enquanto falava coisas sujas no meu ouvido.
—Prende uma das pernas na minha cintura. —ela disse ofegante e assim eu fiz.
Quando ela entrou em mim eu fui ao céu e voltei, ela entrava devagar enquanto me beijava mas eu precisava de mais.
—Calliope, mais rápido. —eu disse meio brava meio manhosa.
—Shhh... estou aproveitando o corpo da minha mulher. —ela disse e aumentou a velocidade só um pouquinho.
Eu confesso que gosto disso, desse carinho e essa calma com meu corpo e não demoramos muito a gozar juntas. Depois tomamos um banho e saímos do banheiro. Ela continuava dura e eu com certeza a ajudaria com isso. Ela estava sentada na cama.
—Levanta, deixa eu te ajudar a resolver isso... —eu disse e ela sorriu.
—Espero que fique safada assim a gravidez inteira. —ela disse e eu a olhei incrédula.
—Você é impossível. Cala a boca! —eu disse e coloquei seu membro na boca.
Sem revisão. Curto mas entreguei! Votem e comentem ◡̈
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RomanceDois corações desesperados para amar porem machucados. O que esperar? Callie inter.
