Helena perdeu seus pais em um trágico acidente, ainda muito nova. Desde então, trabalha duro para sustentar a casa e oferecer uma vida digna à sua irmã, Alice.
As dificuldades a fizeram ter sede de vitória e traçar um plano para sua vida: se formar...
— Caíque, você viu meus brincos? — Pergunto, enquanto calço apressadamente meus sapatos. — Estavam em cima do criado mudo, amor. — Ele responde enquanto tenta, sem muito sucesso, fazer um nó em sua gravata. — É... — Olho em cima do criado. — Não estão mais. — Mamãe, mamãe... Aqui! Eu peguei eles para você! — Ah, obrigada, meu amor. — Me agacho para dar um beijo em sua bochecha. — O que eu faria sem você? — Ficaria sem brincos.
Sorrio.
— Amor, uma ajudinha aqui, por favor?
Reviro os olhos sorrindo e vou até Caíque, fazer o nó em sua gravata.
— Prontinho. — Obrigado. — Ele me beija. — Você está linda. — Você também, meu amor. — E você, — Caíque se dirige a nossa filha, Beatriz, pegando-a no colo. — é a garotinha mais linda que eu já vi na vida!
Ela sorri e logo é atacada por uma chuva de beijos e cócegas.
— Papai, para... Para. — Ela pede entre risadas. — Ei, já chega. — Repreendo Caíque. — Você vai amassá-la toda. — Essa é a intenção. — Ele sorri, sendo beijado por Bia. — Meus amores. — Aplico um beijo em cada um. — Vamos, ou acabaremos nos atrasando. — Vamos.
Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.
— Tio Leo! — Bia corre ao vê-lo. — Oi, meu amor! — Ele a pega no colo, sorrindo. — Que saudades eu estava de você! — Eu também. Fiquei tão feliz quando mamãe falou que eu ia ver você.
Os dois se abraçam.
— Senhor Chang. — Caíque faz uma reverência. — Ah, pare com isso, Gama. — Leo sorri e o cumprimenta. — Você é o empresário do ano, cara! — Culpe o Harry por isso. — Oi, Leo. — Estendo o braço. — Helena. — Ele me abraça, ainda com Bia no colo. — Estou tão orgulhosa de vocês. Parabéns! — Obrigado. — Leo sorri. — E então, nervoso? — Nem um pouco. Estou acostumado a receber prêmios, sabe? — Ele olha em volta, ironizando. — Tio Leo, cadê o Harry? — Está lá dentro, ensaiando seu discurso pela décima vez. Quer ir vê-lo? — Quero! — Então, vamos lá. Quem sabe com você por perto ele relaxe um pouco. — Leo se vira para nós. — Até já. — Até. E Bia... Se comporte. — Pode deixar, mamãe.
Leo pisca e se vai com Bia no colo.
— Olha lá quem chegou. — Caíque aponta com os olhos para a entrada.
Nathan e Marina caminham de mãos dadas com Benício e Matheus, seus filhos gêmeos.
— Padrinho! — Benício corre para os braços de Caíque. — E aí, moleque! Está todo bonitão, heim?
Ele sorri.
— Oi madrinha. — Oi, meu amor. — Beijo sua bochecha. — Oi, tia Helena. — Matheus vem me abraçar. — Oi lindão. Uau, você está tão chique! — Boquiabro-me. — Obrigado. — Matheus se faz de tímido e logo sorri. — Cadê a Bia? — Ela foi ali com o tio Leo, mas já deve estar voltando... Ah, olha lá, ela vindo.