Planos para o futuro

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Ele arfava e gemia alto puxando os meus cabelos, o que me deixava ainda mais acesa. Eu estava tão molhada que não deu pra continuar. Eu parei e me ergui o beijando e Jorge me encarou em protesto, mas não deu tempo de manter a cara de amuado, porque eu afastei a calcinha para o lado, ergui a saia e me encaixei nele, me movendo devagar, sentindo aquele vaivém gostoso, e Jorge cada vez mais duro dentro de mim.

- Você é muito gostoso, sabia?

Jorge pendeu a cabeça pra trás e me apertou a cintura, passando a coordenar meus movimentos, seu dedo escorregou para o meio da minha bunda e ele passou a brincar com o meu botão antes de enterrar dois dedos nele.

Passei a me mover mais rápido e senti um tremor tomar todo o meu corpo antes de gozar junto ao meu marido.

Me mantive em seu colo abraçada a ele, o sentindo pulsar dentro de mim.

- Adoro quando você goza comigo!

- E eu adoro ver você gozar, é tão linda... e me da mais tesão... - Jorge beijou meu pescoço. - Gostou mesmo do presente?

- Sim, é maravilhoso!

Jorge segurou meu rosto e me beijou apaixonado.

- Eu tenho que admitir... Eu faço tudo só pensando em você e nas crianças... Eu não podia ser mais feliz do que já estou sendo... - Ele sorriu, seu olhos brilharam. - Quero me mudar para Arujá... - Jorge tapou a minha boca. - Me deixa falar...

- Meus pais vão se mudar para Brasilia... Sabe que ele foi eleito pra Senador e tem que ir para lá... a Casa vai ficar disponível e eles nos ofereceram para morar lá... Pense com carinho, Junior e Priscila terão mais espaço e jardim, escolas de primeira qualidade para Nick e Pedro... Fora a segurança do condomínio.

- Meu Deus! Você sofreu lavagem cerebral. Você odiava o Arujá!

- É... Eu sei... - Ele se sentiu sem graça. - Mas com Dois filhos... Dois cachorros, eu vejo que precisam de espaço... E a casa é grande.

- É só por isso que quer ir pra lá?

- Não! - Jorge jogou a cabeça de um lado para o outro. - Meus pais vão comprar uma casa para a Renata e o Alex... eles são dar de presente de casamento.

- Não acho que o Alexandre vá aceitar. Mas,o que vamos fazer com o nosso apartamento,Jorge? A casa do Guarujá já está fechada porque você não quer que alugue. Vamos fazer o mesmo? Como vamos arcar com as despesas de mais um imóvel?

- Pensei em oferecer o apartamento para meus pais como forma de pagamento, afinal de contas, a casa de Arujá vale o dobro do nosso apartamento.

- Tudo bem, então! Apesar de ficar mais longe da farmácia e de ter de dirigir um pouquinho mais pra trabalhar. Eu concordo! Afinal eu sou uma das donas da farmácia, posso me dar ao luxo de chegar um pouco mais tarde

- Pensei em... - Jorge fez um bico. - Montar uma farmácia dentro do condomínio, ou no comercio perto... E a que já tem, contratamos um gerente, assim você começa a formar sua própria rede e vender franquias.

- Teríamos que contratar um gerente e um farmacêutico.

- Sim... - Ele concordou. - Pense, não precisa me dar a resposta, converse com o Alex, mas não fale da casa, só diga sobre nossa intensão de ir para Arujá.

- E quando nós iríamos? E a Maria,será que ela vai querer vir com a gente?

- Ela vai querer ir. - Jorge me puxou para outro beijo. - E tem a Nacy, ela quer ficar com a gente, você teria duas empregadas... melhor, a casa é enorme e tem as crianças.

- Você quer me transformar numa dondoca

- Não!!! Eu quero que se dedique aquilo que goste e não fique preocupada com os afazeres domésticos, quero você para mim no final da noite, para seus filhos... quero você sempre linda, cheirosa.

- Isso é uma indireta?- estreitei os olhos

- Indireta? - Ele fez um bico não entendendo.

- Talvez você queira dizer que eu não te espero linda e cheirosa.

- Aline... Porque você sempre tem uma pergunta em vez de resposta?

- Você ainda não se habituou? - Perguntei só pra provoca-lo e o beijei

- Não! - Ele disse sorrindo e relaxando no banco. - Vamos subir.

- Tem certeza? Seu filho está dormindo e a Nicky ajudando a Maria na cozinha. - Beijei seu pescoço. - Sabia que o elevador de serviço está em manutenção? - Sorri maliciosa e mordisquei sua orelha. - Vamos brincar lá?

- Você está muito sapeka hoje. - Jorge mordeu o lábio e apertou minha bunda.

- Não quer brincar?-mordisquei o lábio e o apertei- Hum,ele quer brincar

Jorge gargalho.

- Essa banco está tão macio, está gostoso aqui dentro.

- Está é?- voltei a mordiscar sua orelha- Vai me comer de novo?

- Estou querendo. - Jorge me beijou guloso.

- E o que te impede?

- Lá vem você com outra pergunta... - Jorge olhou para os meus seios.

-Minhas perguntas te incomodam? Então porque não cala a minha boca?

- Eu estou tentando...

- Não tente, consiga!

Jorge sorriu malicioso, me beijou com vontade, me levantando um pouco, Assim que se encaixou em mim, ele rosnou baixinho se deliciando, novamente fizemos amor no carro.


O Inquilino 3 (FINALIZADO)Histórias para pegar e não largar. Descubra agora