Despindo a Noiva

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Alexandre

Eu estava amando ver Renata naquele vestido, ela estava perfeita, mas enquanto nos despedíamos dos convidados no Arujá, eu só pensava em ir para o hotel com ela e tirar aquele vestido do seu corpo.

Nos despedimos de seus pais, Jorge, Aline e as crianças. Finalmente entramos no carro e seguimos para o hotel, conversando e falando sobre o sonho que foi o nosso casamento, assim que fizemos o check-aut no hotel, eu e Renata subimos para o nosso quarto, A peguei no colo antes de entrar no quarto, nos beijamos e empurrei com o pé a porta, a coloquei no chão, rapidamente tranquei a porta e agarrei Renata pela cintura, beijando seu pescoço inúmeras vezes.

- Você está com fome de mim... - Renata disse me abraçando, aproveitando todo aquele fogo que emanava.

- Enfim sós! - Eu gemi em seu ouvido.

- Ainda não matei as saudades! Você ficou tempo demais longe do meu abraço.

- Então me ajuda a sair deste vestido... - ela disse ofegante, virando de costas para mim, espalmando as mãos na parede.

- É uma pena tirá-lo de você, mas nesse momento, eu a quero nua! - exclamei deslizando a mão por onde sua pele estava nua nas costas.

Passei a desabotoar o seu vestido e a cada botão aberto, eu depositava um beijo em sua pele.

- Há! Alex! assim você me deixa louca... - Renata empinava o bumbum a cada beijo, chamando meu nome baixinho entre gemidos.

Deslizei o vestido pelo seu corpo e a voltei de frente pra mim, admirando-a naquela linda lingerie branca e salto.

- Deus, como você é perfeita, minha esposa.

Não lhe dei a chance de responder e tomei sua boca num beijo, ela saiu do vestido e guiei-a a cama. Eu tinha sede daquele corpo magro.

A virei de costas na cama e abri o fecho do seu sutiã, beijando suas costas, mordiscando sua pele.

Passei a massagear suas costas, deslizando meus dedos pela base da sua coluna, deitei as suas costas e afastei sua calcinha de lado.

- Diga que me quer agora, Amor!

- Eu te quero... - ela respondeu de imediato.

Mordisquei o lóbulo da sua orelha e levantei, Renata voltou-se para mim com aquele sorriso de menina travessa e eu passei a insinuar uma dança erótica a sua frente.

- Me sinto ridículo fazendo isso! - eu ri, enquanto desabotoava o terno.

- é sexy... continua! - Renata me olhava com gula, esfregando seu dedinho em seu sexo. - Alex...

Sorri para ele e continuei ensaiando aquela dança, arranquei o terno, a gravata e a camisa e a pirracei pra tirar a calça, rebolando a sua frente, acarinhando meu pau, depois de retirar a calça, fiz uma pausa pra tirar meia e sapatos, e a assustei, praticamente pulando sobre ela de cueca apenas.
Renata riu e eu passei a dançar sobre o seu corpo, esfregando meu ventre no dela, simulando uma penetração.

- Não provoca assim... - Renata falava desejosa, entre beijos e apertões em minha pele, arranhando minhas costas com as unhas bem feitas.

Ela me beijou cheia de luxúria me forçando a me deitar na cama, subiu sobre mim e numa gula passou a beijar o meu peito, descendo rapidamente até minha cueca, ela me olhou por um instante enganchado os dedos na cueca e abaixou, liberando minha ereção que chegou a bater de leve em seu rosto.

- Não goza na minha boca... - Pediu ela arteira.

- Do jeito que você aperta essa boquinha é difícil, meu amor!

O Inquilino 3 (FINALIZADO)Histórias para pegar e não largar. Descubra agora