CAPÍTULO 6 - O ENCONTRO

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CAPÍTULO 6 - O ENCONTRO

Noite de quarta-feira...

Gabriel

Que saco! Estou aqui deitado na minha cama, sozinho, sem nada pra fazer. Lembrei que perto da casa da minha tia, há uma igreja, então resolvi ir até lá fazer uma visita.

Vesti uma calça jeans azul, uma camisa pólo, me perfumei bastante, peguei minha BMW e parti pra lá.

Ao chegar, fui cumprimentado pelo porteiro e por algumas pessoas. Meio tímido, entrei no templo e me direcionei a primeira cadeira vazia que eu vi.

Chegando nela, me ajoelhei para orar e quando levantei e olhei para o lado, vi uma garota morena, de cabelos longos e com reflexos loiros...

Ela simpaticamente sorriu pra mim e eu retribuí. Uau! Meu deus, como ela é linda!

Babi

A semana pra mim está longa e arrastada. Perturbação no trabalho, aquele cretino do Leandro que não sai da minha cabeça, todas as minhas amigas tem um namorado, menos eu... Isso é realmente muito depressivo. Não é drama meu.

Decidi que preciso mesmo é escutar palavras de ânimo. Palavras que tirem essa angustia do meu coração. Então fui á igreja para tentar me sentir melhor.

Hoje eu estou realmente muito triste, porque nada parece dar certo pra mim.

Cheguei e sentei numa cadeira lá no fundo. Estava um pouco dispersa, devido á essas preocupações.

Viajava em alguns assuntos que insistiam em pinicar na minha mente, quando entrou um carinha lindo, muito lindo, na igreja.

Ele é loirinho, cabelo escorrido e olhinhos azuis escuros. Para a minha felicidade, ele se sentou ao meu lado. Reparei todos os seus mínimos detalhes.

Quando ele terminou de orar, me olhou por um tempo e eu também o olhei (Nem quero saber com que cara o encarei. Devo ter feito a maior cara de babona). Trocamos sorrisos e foi só, pelo menos naquele presente momento.

Gabriel

O culto terminou e eu senti uma vontade imensa de cumprimentar aquela moreninha, e foi isso mesmo o que eu fiz.

Eu estava sentado na ponta e ela iria passar por mim. Aproveitei essa oportunidade.

— Dá licença? – pediu ela educadamente.

— Toda. – abri o caminho e emendei: — Você é dessa igreja?

— É, sou sim.

— Aqui parece ser legal.

— E é. Que bom que você gostou daqui. – ela pôs os cabelos para atrás da orelha.

— Não tenho como não gostar, afinal, aqui é a casa de Deus.

— Sim, é claro. – concordou ela abrindo um belo sorriso.

— Nossa, como sou mal educado, né? Nem me apresentei. Eu me chamo Gabriel.

— Eu sou Bárbara.

— Lindo nome! – nos cumprimentamos com um aperto de mãos.

— Obrigada! Então Gabriel, eu tenho que ir. Foi um prazer te conhecer.

— Idem!

Ela se foi, mas eu queria vê-la de novo. Gostei muito dela e eu nem sei o porquê. Não sou de me interessar numa garota logo de cara.

Babi

Nãaaaaaaaao! Para tudo!

Eu nem acredito que aquele carinha lindo falou comigo. Ele é simpático, gentil... Tudo de bom! Só o fato de ele trocar umas palavrinhas comigo, deixou as outras garotas com um certo ciuminho, afinal foi notório os olhares, quando ele chegou.

Mas eu nem me importo, tudo o que eu quero, é vê-lo novamente.

Acreditem que eu já até imaginei o nosso casamento? Sim, eu sou assim. Fico nessa vibe sempre que me interesso por alguém, e pelo Gabriel foi automático, porque ELE É LINDOOOO DEMAIS!

Que beleza!

Pelo menos por alguns minutos, esqueci que aquele tal de Leandro existe!

Pelo menos por alguns minutos, esqueci que aquele tal de Leandro existe!

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