Capítulo Três

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🚨 OBS: O Vídeo é a trilha sonora do Capítulo🚨

Chegamos rápido ao apartamento onde mora. Era por volta das 23:00 horas, a noite continuava com a temperatura deliciosa, aquela noite para tomar uma brisa jogada na rede da varanda. E eu queria mesmo fazer isso.

Subimos e minutos depois, estavamos la, observando a cidade iluminada. A vista é bem bonita lá de cima. Mô nos serviu alguns petiscos para acompanhar a cerveja geladinha. Nesse calor, a breja transpirando, não há quem resista!

— Você estava linda, sabia? Se comportou direitinho, ficava quietinha onde eu te deixava, até interagiu com minha turminha do barulho. Gostei de ver. — Sorri me fazendo um elogio enquanto tira a cerveja da minha boca para beijar meus lábios.

— Hum... me comportei, é? Obrigada, minha namorada linda. — Retribuo imediatamente ao beijo sorrindo.

— Julgo até que mereça um agrado... — Diz ela me lançando um olhar pervertido. O olhar que eu amo, olhar esse, que, já sei o que vem depois dele.

— Mereço? — Pergunto com uma voz já manhosa.

— Uhum... — Ela já está com aquele brilho no olhar. O brilho que me acende inteira. Ela tem esse poder sobre mim.

Ela vai até o som e coloca uma música para ouvirmos. Dance for you, de Beyoncé. Ela vem cantarolando a música olhando dentro de meus olhos, enquanto desabotoa sua blusa, devagarinho, sensualizando a cada nota musical. Ela é linda.

A morena já está com seus lábios grudados na minha orelha enquanto me diz belas palavras.

Ela faz caminhos de beijos da minha orelha, descendo para meu colo. Eu já estou entregue a suas carícias, ela pode fazer comigo o que quiser. E faz.

De repente, sou jogada contra a rede da varanda sem aviso prévio, me assusto com o impacto, quando ia reclamar, a mulher toma minha boca num beijo quente, ela me beija como quem está prestes a arrancar minha alma de dentro de mim, através de beijos alucinantes.

Suas mãos passeam por todo meu corpo, apalpando, sentindo cada pedacinho meu. Lentamente, aproveitando a sensação. Minha excitação aumenta quando seus lábios trilham um caminho quente seguindo a linha do meu umbigo, sinto arrepios quando sua boca para ali, e sinto sua língua contorná–lo sensualmente.

Ela me olha, sou tomada por este olhar safado seguido por um meio sorrisinho maligno no cantinho da boca. Ela nem precisa fazer mais que isso para eu sentir me derramando sobre o tecido da minha calcinha. Sua boca continua trilhando um caminho, perigosamente, Mô me dominando, faz uma pausa e deixa seu rosto na altura da minha virilha.

— Eu amo essa cor de lingerie nessa sua pele. Combina demais e isso me deixa maluca. — Me olha por um tempo admirando.

Ela leva sua boca passando a língua por cima mesmo do tecido de cor branca. Usa seu dedo indicador para abrir uma brecha entre a calcinha e minha pele, sinto seu dedo macio roçando, procurando passagem, ela toca agora um tecido mais fino, minha própria pele, faz movimentos leves, seus dedos procuram algum contato, minha excitação está explodindo, é tanta que isso fica evidente quando Mônica toca a minha vulva e seus dedos umedecem imediatamente com meu suco.

Ao sentir seu dedo melar, Mônica solta um gemido rouco. Nem ela se aguenta mais e enrosca a calcinha na mão puxando o tecido para baixo, largando-o na altura de meus tornozelos.

Eu sei o que ela quer fazer, e fico louca para que faça. Mas não faz. Seus lábios se formam numa curva, seu olhar me penetra profundamente, eu mordo meus lábios com força tentando não reclamar por estar sendo torturada.

— Você é muito gostosa, sabia? — Mônica já está sussurrando em meu ouvido. Distribui beijos por meu rosto, boca, queixo, da uma leve mordidinha nele, desce pelo pescoço, beija um de meus seios, enquanto tira um seio para fora do sutiã e o coloca na boca, desabotoa o feixo que o prende atrás.

Meus seios ficam livres para acesso imediato. Ela continua chupando um, enquanto apalpa o outro, meus biquinhos estão rígidos por conta da excitação que estou sentindo. Ela sente esse efeito em suas mãos e em sua boca, geme por me sentir dentro dela. E eu gemo sentindo sua boca me comer faminta.

— De... — Mordida. — Li... — Mordida. — Ci... — Mais uma mordida. — O... — mordida. — Sa...

Mônica faz uma pausa a cada sílaba ditada, entre as pausas, da leves mordidinhas por onde sua boca passa. Eu me arrepio a cada uma delas. Sua boca continua, até encontrar meu clitóris que já está inchado, latejando de tanto tesão, com tanta provocação.

Ela me chupa avidamente, faminta, porém, com leveza. Seus lábios macios e quentes me enlouquecem e eu tento me segurar para não deixar os gemidos alertarem a vizinhança inteira, afinal, estamos na varanda, do lado de fora.

Não sei porque isso me excita ainda mais, saber que podemos ser vistas, sinto um pouco de apreensão, porém, não ligo muito. Ela me penetra com um dedo, depois dois, entra e sai de mim ao mesmo tempo que sua língua suga meu clitóris com maestria, eu não sei quanto tempo mais eu me aguento sem antes me derramar em seus dedos.

Aliás, eu sinto um furacão se formando dentro de mim. E, o espaço para esse furacão está ficando pequeno a ponto de não conseguir mais segurá-lo. A mulher, me sente arquear as costas, me contorcendo em sua boca deliciosa. Ela aumenta os movimentos, assim como sua língua trabalha incansavelmente, ela coloca mais um dedo e mexe com rapidez, cada vez mais, e mais.

— Isso, gostosa. Vêm. — Ouço sua voz provocar.

— Uh, Mô... — Gemo manhosa.

— Dá para mim, esse orgasmo, dá... — Pede com a voz manhosa também.

— Ele é seu, Mô. — Digo me contorcendo ainda mais.

— Vêm, gostosa... Me dá tudo o quê você tem. — Após sua ordem, a linda moça e esforçada, recebe o que pediu, meu líquido se espalha por seus dedos, como uma cobertura cremosa.

Ela me mostra um sorriso satisfeito, enquanto beija minha boca, passando a mão por meu rosto suado pelo esforço. Esforço gostoso que se eu pudesse sentiria todos os dias com essa mulher maravilha.

Ao abrir meus olhos, avisto uma mulher de cabelos loiros na varanda do apartamento a cima de nós, Mô não a viu, eu estou deitada de barriga para acima, por isso consegui ver que estava ali, assistindo ao show erótico que estamos dando.

Ela está me olhando com um sorriso satisfatório, ela passa a língua pelos lábios e me manda um beijo. Em seguida, se retira. Volto meu olhar para Mônica, para ver se ela, também, viu o que eu vi.

Eu estranho mas finjo não ter visto nada. Apenas olho ao redor para ver se tem mais alguém nos observando, mas não vejo ninguém, agora eu sei como é a sensação de ser exposta sexualmente em publico. Que adrenalina da porra.

Mô me puxa para dentro do apartamento em direção ao banheiro, tomavamos banho no chuveiro enquanto a banheira enchia, pelo jeito nossa noite estava apenas começando.

Lá mesmo fizemos mais sexo, tivemos múltiplos orgasmos dando muito prazer uma a outra há altas horas da madrugada. Difícil era se cansar disso. Por mim, ficaríamos a semana inteira aqui, se doando uma para a outra, desse jeitinho sem parar.

VANILLA O Sabor Mais Doce   (CONCUÍDO)✔Histórias para pegar e não largar. Descubra agora