Capítulo Vinte e Seis.

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Espero que gostem desse capítulo tanto quanto eu gostei de escrever. XD

Boa leitura!

~•~

As coisas aconteceram muito rápido.

Num momento eu estava surpresa por encontrá-lo e no outro estamos aqui, trocando beijos e carícias no meu sofá. Nem sei como a situação desenrolou assim.

— Natsu… EsperAh! – gemi quando ele mordeu o lóbulo da minha orelha.

— Já esperei demais, Luce! 

Me rendi à ele e passei as mãos por baixo da sua camisa. Abri as pernas e o acomodei melhor entre elas.

— Natsu! – ouvi alguém bater e gritar. — Se você acha que eu vou ficar arrumando o SEU apartamento sozinho, 'tá muito enganado. Pode saindo daí! 

As batidas não paravam.

— É melhor você ir atender. – falei em meio ao beijo. — Não quero gente reclamando do barulho, principalmente se for 'pro síndico.

A muito contragosto ele foi e abriu a porta

— O que foi?

— Como assim "o que foi?" Nós temos uma mudança 'pra arrumar, esqueceu?

— Espera. – levantei do sofá, ajeitando minhas roupas. Natsu parece que tem mais de duas mãos. — Você é meu novo vizinho? O barulhento? Que derrubou coisas?

— Culpado. – o outro homem disse.

Natsu me abraçou por trás.

— Eu não disse que o destino 'tava do meu lado? – disse e me deu um beijo na bochecha. — Foi brincadeira na hora, mas parece que ele 'tá mesmo. – outro beijo na bochecha. — E eu sou muito grato.

Eu estava mais do que corada com essas demonstrações dele na frente desse cara que nos encarava.

— Você é a mulher das fotos na praia, né? Natsu falou muito sobre você e como não quis manter contato com ele. Parecia um bebezão resmungando. – corei e vi que ele também. — "Ah, mas ela não quis me falar de onde é", "não quis manter contato""será que  eu curti de verdade?" e blá blá blá. – estava envergonhada, mas quis rir. — E olha só vocês, vizinhos. Isso que eu chamo de coincidência.

— Não sei se é tanta coincidência assim. Lá na praia ele sempre aparecia onde eu 'tava, até mesmo fora da pousada. Cheguei a achar que me seguia e agora se mudou aqui 'pro lado. Não sei não, hein? Parece suspeito.

Natsu me olhou indignado.

— Não tenho culpa se o destino fez nossos caminhos se cruzarem direto lá e se ele continuou agindo aqui. 

— Já que Natsu não me apresenta. Eu sou Gildarts Dragneel, pai dele. 

Estendeu a mão e eu a apertei. Uau, pai? Achei que fossem amigos.

— Lucy Heartfilia.

— Pai, você pode cuidar da mudança sozinho? Eu preciso conversar com ela.

— Claro que posso, mas não vou. Vem logo!

— Mas, pai… – ver Natsu fazer birra, não tem preço.

— Lucy, você planeja se mudar de hoje 'pra amanhã ou em algum futuro próximo? – neguei. — Então pronto. Depois que você terminar lá, ela ainda estará aqui! Agora para de palhaçada e vamos. Tchau, Lucy, foi um prazer lhe conhecer.

Apenas Um Mês... ou Talvez Mais! [Finalizada]Onde histórias criam vida. Descubra agora