Charlotte consegue a viajem dos seus sonhos, ir para a Itália estava sendo realmente incrível, tanto nos lugares, como nas pessoas que conheceu, inclusive um amor, ela conhece o amor da sua vida em um dia qualquer como os outros, se apaixona, e lá v...
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A SENSAÇÃO QUE EU senti depois de descobrir o sexo do Luigi era de felicidade, sem duvidas estava sendo o melhor dia da minha vida até agora e só perderia para o dia em que ele finalmente estivesse em meus braços, onde eu estarei admirando o seu rostinho.
Alina no meu lado estava surtando, era até um pouco engraçado de se ver, mas não a julgava, pois se não fosse a felicidade, eu também estaria surtando.
Quando o obstetra veio me entregar alguns lenços, eu já estava sentada sobre a maca e após receber os lenços, eu limpo calmamente a superfície de minha barriga.
─ Meninas... Ainda conseguem me ouvir? ─ Alina questiona, e após alguns segundos de silêncio, nós constatamos que não ─ Acho que a ligação caiu! ─ olha para mim dando de ombros.
Depois de sair do consultório do médico, caminhamos para a recepção, onde seria marcado a próxima consulta, minutos depois, nós saímos do local, caminhando até a estação de metrô mais próxima, por sorte, havia alguns lugares desocupados, logo retornando a conversar.
─ Fico triste que a ligação tenha caído, acha que elas ao menos escutaram o anuncio do sexo? ─ suspiro olhando para Alina.
─ Realmente não sei, tenho certeza de que estão todas furiosas pensando que fomos nós quem desligamos, mas nós não tivemos culpa, sei que elas entenderão depois de explicado ─ responde.
Vários minutos depois, mesmo sem termos chegado em nossa parada, Alina dá um sobressalto de seu assento, me puxando logo em seguida, junto a ela.
─ O que pensa que está fazendo? Não chegamos em nossa estação! ─ exclamo estranhando, mas a maluca continua a me puxar sem sequer abrir a boca para responder a minha pergunta.
Ao sairmos do metrô, Alina vai me puxando para fora da estação, já na avenida, vejo que estamos em um centro comercial, vamos passando por várias e várias lojas, chegando em uma específica, uma loja de aparelhos eletrônicos.
─ Está pensando em comprar algo? Ora! Por que não me disse antes? ─ reviro os olhos, tanto suspense para isso?
─ Não é para mim, bobinha ─ soa sarcástica e eu estreito os olhos com o apelido ─ é para você!
De primeira uno as sobrancelhas sem entender, mas um lampejo de luz aparece em meu cérebro.
─ Não posso e nem vou deixar você comprar um celular para mim! ─ exclamo sentindo as minhas bochechas inflarem com a audácia, em seguida, me viro para sair da loja, sem sucesso, pois ela me segura no lugar.
─ Você vai sim! ─ bate o pé ─ não sou só eu que estou comprando, todas fizeram uma vaquinha, e acredito que agora temos o suficiente para comprarmos algo bom para ti! ─ sorri orgulhosa.
─ Eu realmente agradeço, mas acho que não deveriam se preocupar comigo, ao menos sinto falta de um aparelho eletrônico comigo ─ Alina parecia não ouvir minhas palavras.