MARCUS BERLINGAM
Vermelho é minha cor favorita.
Mas no momento em que meus olhos pousaram naquele corpo esbelto vestido de apenas um vestido azul, eu acho que se tornou minha cor favorita, Rumia estava linda.
Não, deslumbrante.. se isso satisfaz o elogio para a mulher parada na minha frente, ela literalmente roubou o ar dos meus pulmões, eu estendo minha mão para ela que aceita, sua mão está um pouco trémula e quente, ela da um sorriso fraco e desce o último degrau.
— Rumia.— eu sussuro passeando mais uma vez meus olhos pelo seu corpo.
— Atendi o protocolo?— seus olhos me encaram com expectativa.
— Você está linda.— eu vejo suas bochechas ficarem levemente rosadas.— Você está muito linda Rumia.— seus olhos brilham.
— Obrigada.— ela diz sorrindo e eu olho sua linda boca com vontade de beijar ela mais uma vez.
— Bem precisamos ir.— eu pigarreio me reecompondo.
— Sim, claro.
Conduzindo Rumia para fora, eu me controlo para limitar meu olhar, ela está maravilhosa, o detalhe azul em sua maquiagem combinando com seu vestido e olhos, ela vai calar a boca de muita gente hoje, eu acho que haverá mais um massacre se olhos errados focarem nela.
No carro, Rumia está quieta, sentada ao meu lado com sua mão pequena entrelaçada na minha, temos que fingir, afinal de contas eu disse a Pascal que somos um casal, ela também não protesta e parece estar bem com meu toque.
Ao chegar na mansão de Montero, Turken abre a porta para nós e saímos, um mordomo nos comprimenta e nos guia pela entrada, Montero e sua esposa estão bem ali recebendo os convidados, tudo é extravagante e exagerado como sua filha gosta.
— The Hill, Berlingam!— ele sorri para nós abrindo os braços, Pascal o comprimenta com um abraço e eu apenas aperto sua mão.
— Sejam bem vindos.— Veronica, sua esposa,diz.
— Muito obrigado.— eu digo e olho para Rumia que mantém um rosto neutro.
— Marcus!— eu não tenho tempo de reagir quando braços finos enrolam-se em meu pescoço, pela educação, eu passo meu braço em sua cintura e sorrio sem graça.— Que bom que veio.— Giovanna diz quase me beijando mas graças a Deus eu me esquivo.
— Feliz aniversário.— eu digo, Pascal foi comprimentar outros convidados e os Montero sairam para receber outras pessoas.
— Obrigada, faz tanto tempo que não o vejo.— ela morde o lábio maliciosamente e eu controlo a vontade de revirar os olhos, última vez que vi Giovanna, ela tinha dezessete anos e deu em cima de mim na maior cara de pau, eu disse que não poderia ficar com ela porque ela era menor de idade, quando ela fizesse vinte um, nos casaríamos, pelos vistos ela levou a sério.
— Feliz aniversário.— nós dois congelamos ao ouvir a voz de Rumia, ela está com o rosto inexpressivo.
— E você quem é? Não me lembro de ter colocado você na minha lista de convidados.— Giovanna ergue o rosto, ela é mais baixa que Rumia.
— E você por acaso conhece o rosto de todos os nomes da lista?— é a vez de Rumia de erguer o rosto.
— Por acaso sim, para evitar penetras, a minha lista de convidados é feita digitalmente e com o rosto de todos, e— ela se aproxima de Rumia.— Você não está nela, então e—
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WHERE IS RUMIA?
סיפורת כלליתViciado era um eufemismo para o que eu senti quando meus olhos bateram naqueles cristais azuiz. Cora era um sonho, uma fraude, uma mentira distorcida que ela contou para si e levou os outros a afundarem no barco de mentiras. Mas ela era acima de tud...
