MARCUS BERLINGAM
— Rumia!— alerto mas ela comprime seus lábios, eu sorrio e aperto ela em meus braços e ergo uma sobrancelha em desafio.
— Cansei de você Marcus, você não terá meu corpo.— eu sorrio sentindo meu coração aquecer.— Do que você está sorrindo idiota?.
— Você disse Marcus.— dou um selinho nela que limpa a boca, eu aperto ela.— Rumia.
— Você acha que é fácil assim? Você brinca com minha mente e acha que pode simplesmente vir me beijar a hora que quiser? Achei que estaria trabalhando para você.
— Ser minha prostituta pessoal fazia parte do contrato.— brinco, mas vejo seus olhos se arregalarem e então aquele brilho brilha neles, eu deixo minhas mãos leves e então ela me ataca. Ela me empurra socando meu peito, eu mordo o lábio sorrindo.— Eu adoro seu lado selvagem.
— Você é um idiota maníaco— ela diz aterrorizada olhando para mim.— Terei muito prazer em matar você.— eu quero dizer algo mas Rumia me priva quando chuta minhas bolas e eu me agacho dolorido.
— Filha da puta.— xingo com dor e ela sorri.
— Nem é metade.— quando ela está prestes a sair correndo eu puxo seu tornozelo e viro, ela cai em um grito me olhando com esses olhos arregalados.— Me solta seu idiota!— puxo ela para debaixo de mim.
— Nunca, você é minha.— eu subo em cima dela e prendo suas mãos em cima de sua cabeça. — Sai dessa agora pequena fugitiva.— Rumia sorri seu peito subindo e descendo, seu pulso fica mole nas minhas mãos e eu franzo as sobrancelhas confuso com sua atitude, ela não vai mais lutar?
— Sabe Berlingam.— Rumia respira.— Em outra vida eu até poderia foder com você sem cansar, você tem cara de quem serve muito bem na cama.— aperto seus pulsos.
— Você está tentando me irritar Rumia? — ela ri.
— Porquê eu faria isso? Se eu sou prostituta, eu já fodi muitos homens e você não deve chegar aos pés de nenhum deles.— ela se solta do meu aperto e toca meu rosto. Meus dentes rangem de irritação ao imaginar que outros homens a tiveram.— Eu gosto dos meus mais velhos,— ela continua.— sabe, quando eu tinha catorze anos eu fodi com um cara de vinte e cinco, ele era tão bom que eu via estrelas toda vez que seu pau afundava dentro da minha boceta.
— Cale essa boca Rumia!— eu tiro sua mão do meu rosto e aperto.— Cale-se.
— Por quê? Ele era tão perfeito, foder com você não será nada, por isso estou resistindo.— meu coração bomba todo meu sangue para minhas vistas porque tudo que vejo é vermelho.
— Sabe qual é o seu problema Rumia?— é minha vez de sorrir e me aproximar dela.— Você foi abusada, mas você aceita tão pouco que achou que ele estava te dando orgasmos. — as palavras são amargas na minha língua e a expressão de Rumia me faz querer tirar tudo que disse, ela me da uma joelhada e eu me curvo saindo de cima dela, ela se empurra me olhando com esse olhar selvagem e puxa o primeiro objeto lançando na minha direção.
Lágrimas brilham em suas bochechas— Eu sorrio.
— O que foi pequena? A verdade é dolorosa não é?— ela trava sua mandíbula apertando seus pulsos enquanto sua respiração acelera a cada movimento.
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WHERE IS RUMIA?
Narrativa generaleViciado era um eufemismo para o que eu senti quando meus olhos bateram naqueles cristais azuiz. Cora era um sonho, uma fraude, uma mentira distorcida que ela contou para si e levou os outros a afundarem no barco de mentiras. Mas ela era acima de tud...
