— Por que parou? — Gemi manhosamente abrindo os olhos.
Jake estava sério quando saiu de mim.
— Você é virgem? — De repente toda aquela bolha que nos circundava explodiu.
Minhas bochechas pinicaram, minha a boca abriu várias vezes e nada saiu.
Merda! Merda! Era obvio que ele ia perceber uma hora sua burra! O que você pensou? Era agora a hora que ele riria da minha cara? O que que um homem maduro como ele ia querer com uma virgem?
— E-eu... — abaixo os olhos, envergonhada o suficiente.
"— Ainda tem virgem no ensino médio dessa escola? — Marly perguntou quando estávamos em um intervalo entre aulas.
— Nem as nerds são mais virgens — Lili comentou, me olhando como se eu tivesse dito uma enorme besteira por insinuar que uma garota que tinha fugido de um amigo nosso bem no meio de um possível ato, porque era virgem.
— Isso de virgindade só atrasa a gente, eu era tão idiota, não sabia fazer nada — Jo revirou os olhos, todas riram e eu ri também para não parecer tão deslocada.
— A primeira vez de todo mundo é horrível, a minha foi um horror, doeu, eu não gozei e se o cara demorou 1 minuo foi muito — Marly confessou, as meninas fizeram careta. — Mas depois que eu fui criando experiencia... aí começou a ficar bom. Os caras preferem as experientes — todas anuíram e começaram a contar sobre suas primeiras vezes e como a experiencia fez tudo ficar muito melhor.
— Ai Faithy conta como foi a primeira vez com o Toby! — Lili pediu e Marly se virou para mim, os olhos brilhando de curiosidade.
Eu lembro que me arrependi muito de ter mentido para ela aquele dia, hoje eu sinto prazer em lembrar da cara dela enquanto eu explicava em detalhes tudo o que eu e Toby supostamente faziamos. Se bem que ela deve saber hoje, 2 anos depois, que eu sou simplesmente a porra de uma virgem."
— Você não vai me querer mais, não é? — Juntei minhas forças para dizer sem a voz falhar, sem me encolher.
Houve um breve silencio, que soou extremamente logo e pesado para mim. Eu só conseguia sentir vergonha.
Mas os dedos do xerife tocam meu queixo o erguendo. Mas não ergo os olhos.
— Que loucura é essa?
— É, eu sei, é ridículo eu ter 17 anos e ainda ser virgem.
— Pode olhar para mim? — A voz dele é calma.
Demoro um pouco para levantar os olhos, mas quando o faço é um sorriso carinhoso que vejo em seus lábios.
— Isso... — ele coloca alguns fios do meu cabelo para trás da orelha — Baby, só me faz te querer mais — sussurra e meu coração acelera.
O que?
A mão dele desliza pela minha bochecha, olho nos seus olhos. Eles estão brilhando?
— Porque significa que eu vou poder ser o primeiro a te amar — seu olhar desce até minha boca, o polegar escova meus lábios, arrastando o inferior para baixo. — Para depois te ensinar a foder como eu gosto — e soltando.
Estremeço.
Jake sorri e se aproxima roçando os lábios nos meus, mas quando acho que vai uni-los, ele desce pelo meu pescoço o beijando. Suspiro, sentindo a mão dele apertar minha coxa, a respiração, a língua.
— Vou te fazer minha, baby — sussurra e chupa a curva do meu pescoço.
Mordo o lábio, revirando os olhos, aquelas ondas e arrepios retornando.
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TENNESSEE
Lãng mạnO mundo paralisou quando eu o vi pela primeira vez. O homem mais lindo, magnético e aterrorizante que conheci. E eu, que odiava ouvir um não, não iria desistir enquanto não tivesse aquele xerife aos meus pés. "Você sempre será minha doce e degenera...
