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🔞MENORES NÃO PROSSIGAM🔞
O relógio marcava sete horas quando finalmente consegui colocar Davi e Nicolas para dormir. Suas respirações suaves enchiam o quarto, e a paz reinava novamente. O silêncio que se seguiu parecia um alívio necessário, mas também trazia uma certa inquietação. Não havia sobrado tempo para preparar o jantar, e meu estômago começava a protestar.
Peguei o telefone e liguei para Edward. A voz dele atendeu quase imediatamente, mas havia um tom de seriedade incomum.
— Oi, amor. — Minha voz saiu baixa, um pouco hesitante. — Pode trazer algo para jantarmos? Não consegui fazer nada hoje, foi tudo tão corrido…
Ele ficou em silêncio por um segundo a mais do que o normal, e meu coração acelerou com a falta de resposta.
— Claro. — A resposta foi curta, quase seca.
Eu engoli em seco. — Tudo bem?
— Está tudo bem, Louis. — Ele pausou, como se pensasse nas próximas palavras. — Chego em breve.
A ligação terminou, mas a tensão permaneceu comigo. Fiquei parado por um momento, segurando o telefone contra o peito, o coração batendo rápido. Será que ele estava bravo por eu ter usado o cartão? Um arrepio de insegurança percorreu meu corpo. Eu sabia que ele tinha me dado permissão para usar, mas agora...
"Respira, Louis", pensei, tentando afastar as dúvidas. "Não tem problema."
As horas passaram devagar. O calor de Londres havia diminuído um pouco, mas ainda pairava no ar uma sensação de peso, como se algo estivesse prestes a acontecer. Eu lavei as mamadeiras dos bebês, a água quente e o sabão espumando sob meus dedos. Perder-me em tarefas simples sempre ajudava a acalmar os nervos, mas o barulho repentino da porta se abrindo com força me fez pular.
Antes que eu pudesse me virar, senti mãos firmes ao redor da minha cintura. Edward estava ali, atrás de mim, sua presença intensa, como uma tempestade no meio do verão.
— Ed—
Não tive tempo de dizer mais nada. Seu corpo pressionou-se contra o meu, e o calor dele envolveu-me por completo. As mãos subiram pelo meu abdômen, firmes e decididas, enquanto seu rosto se enterrava na curva do meu pescoço, inalando meu cheiro com uma necessidade quase desesperada.
— Você usou o cartão. — A voz dele estava baixa, um tom rouco e carregado de algo que não consegui identificar imediatamente.
Meu coração disparou. Eu tentei me mover, mas ele me segurou com mais força, os dedos afundando levemente na minha pele.
— E-eu... achei que você não se importaria... — sussurrei, minha voz falhando.
— Eu não me importo. — Ele deu um riso baixo e sem humor. — Eu adorei que você usou. Você nem faz ideia...
O alívio misturado com o tom possessivo fez meu corpo arrepiar inteiro. Ele virou-me com um movimento rápido, os olhos brilhando de um desejo incontido.
— Você não precisa pedir permissão para nada, Louis. — A voz dele era quase um sussurro. — Você é meu. Isso tudo é seu. E agora... agora você vai me mostrar o que comprou, ou eu mesmo vou descobrir.
E naquele momento, toda insegurança que eu sentia se desfez sob o calor de seu toque. Ele me apertou contra a bancada da pia e eu logo tratei de deixar o que eu estava fazendo, virei para ele ficando de frente, ao mesmo tempo em que ele me beijou. Seu toque era possessivo e bruto como se não mais se contivesse em seu desejo, mesmo quando eu queria respirar ele não me deixava sair de perto de si.
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DOIS ALFAS UMA BARRIGA DE ALUGUEL [CONCLUÍDO]
FanfictionLouis Tomlinson busca recomeçar a sua vida e decide ser barriga de aluguel. Harry um policial e Edward um bombeiro buscam um filho, e se? Uma fic Larry Original
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