🍁CAPÍTULO 20🍁

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Louis concordou no meio da noite com uma sensação desconfortável. A pressão crescente em sua bexiga fez seus olhos se abrirem lentamente, a escuridão do dormitório ao seu redor ou envolvia, mas ele não conseguia ignorar o desconforto. Com o corpo ainda sonolento, clamou-se e cambaleou até o banheiro do dormitório, mas ao abrir a porta, um cheiro perturbador invadiu suas narinas. Não foi limpo. O lugar parecia ainda mais sujo e sombrio do que o normal. Com um suspiro frustrado, Louis pensou em voltar para a cama, mas a urgência do momento o forçou a buscar uma solução.

Com os pés pesados ​​e o corpo ainda grogue, ele se arrastou pelo corredor em direção ao banheiro dos funcionários, um local mais limpo. Era um caminho solitário, e o eco de seus passos parecia amplificado no silêncio da noite. Quando finalmente chegou ao banheiro, entrou rápido e fechou a porta atrás de si. Ele teve um surto imediato, mas o medo de estar sozinho e vulnerável não tardou a surgir.

Enquanto se limpava, Louis ouviu algo. O som de passos, vindos de algum lugar dentro do banheiro, fazendo seu coração bater mais rápido. Ele se virou, paralisado, tentando ouvir mais claramente. Então, antes que pudesse se mover, uma mão rapidamente cobriu sua boca, e ele foi puxado para dentro de uma das cabines.

Louis tentou se soltar, mas o pânico tomou conta de seu corpo. Ele não ouviu a voz que sussurrou perto de seu ouvido, mas sentiu a presença de alguém maior, mais forte.

— Fica quieto, Louis — disse a voz, baixa e ameaçadora.

Louis tentou resistir, suas mãos se movendo em busca de algo para se agarrar, mas a força da mão na sua boca o mantinha imóvel. Ele lutava contra a sensação de impotência, tentando se libertar.

— Quem é você? — Louis conseguiu sussurrar, sua voz cheia de medo.

— Você sabe quem sou — respondeu a voz, com um tom de prazer macabro. - Marcos.

O choque o atingiu como um golpe, mas Louis não teve tempo para processar completamente. Com um movimento rápido, ele finalmente conseguiu empurrar a mão que cobria sua boca, e, com toda a força que pôde reunir, empurrou Marcus para longe.

— Não! — Louis sincero, sua respiração irregular, o coração ainda acelerado.

Marcus habilmente, um sorriso cheio de malícia, e avançou novamente, mais rápido que Louis pôde reagir. Os dois chegaram a brigar, trocando empurrões e socos. Marcus, mais forte e maior, parecia se divertir com o caos, enquanto Louis tentava desesperadamente se defender.

— Você acha que pode escapar? — Marcus riu, agarrando o pulso de Louis e pressionando-o contra a parede da cabine.

Louis lutava com todas as suas forças, mas sua condição física não o ajudava. Ele estava exausto e assustado, mas com adrenalina ou impelia a continuar.

— Solta! — Louis falou, seus olhos se enchem de lágrimas. — Não me toque!

Marcus parou por um instante, observando o pequeno ômega que tentava se desvencilhar de suas garras. O olhar de Louis estava cheio de terror, mas também de uma coragem silenciosa. Isso pareceu despertar algo em Marcus. Algo mais sombrio e difícil de entender.

— Eu só quero... — Marcus começou, mas não terminou a frase. Seu olhar estava fixo em Louis, seus olhos estreitos, examinando-o como uma presa.

O medo no peito de Louis foi se transformando em uma mistura de raiva e desespero. Ele não iria ceder. Não importava o que Marcus queria.

— Você não vai me ter — Louis murmurou com firmeza, sua voz baixa, mas cheia de uma intensidade que Marcus não esperava.

De repente, Louis usou seus joelhos para golpear Marcus, um movimento rápido e certo. Surpreso, Marcus se contorce, sentindo a dor. Louis, com o coração disparado, correu para a porta do banheiro, mas ela estava trancada.

DOIS ALFAS UMA BARRIGA DE ALUGUEL [CONCLUÍDO]Histórias para pegar e não largar. Descubra agora