🍁CAPÍTULO 57🍁

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Oie, é um prazer vê-lo aqui! O obrigado por ler minha obra, ajude comentando e curtindo, isso me motiva bastante e sempre que posso respondo aos comentários.

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A madrugada avançava, e a tempestade lá fora parecia não ter intenção de cessar. Edward acordou com o coração pesado, uma angústia difícil de explicar. O quarto estava quente e aconchegante, o som abafado da chuva contrastando com o silêncio interior. Ele olhou para o lado e viu Harry e Louis dormindo abraçados, o rosto tranquilo de Louis repousando no peito de Harry.

Por um momento, Edward sentiu uma onda de ternura. Aquela visão era o que ele mais prezava: a sensação de lar, de pertencimento. Mas a inquietação dentro de si não o deixou permanecer ali. Levantou-se devagar, tentando não fazer barulho, e foi até a cozinha.

Enquanto bebia um copo de água, sentiu a tensão aumentar. A chuva que batia contra as janelas parecia amplificar a sensação de que algo ruim estava prestes a acontecer. Ele respirou fundo, apoiando-se no balcão, mas o peso no peito não diminuía.

O som de passos leves interrompeu seus pensamentos. Edward virou-se e viu Louis entrando na cozinha, os cabelos bagunçados e os olhos semicerrados de sono.

– Ed? O que você está fazendo aqui? Está tudo bem? – perguntou Louis, a voz rouca pela madrugada.

Edward não respondeu imediatamente. Ele apenas olhou para Louis, e algo dentro dele se quebrou – ou talvez se completasse. Sem pensar, ele atravessou a cozinha em poucos passos e segurou o rosto de Louis com as mãos firmes, mas gentis.

Antes que Louis pudesse reagir, Edward o beijou.

Foi um beijo inesperado, mas cheio de emoção. Louis ficou estático por um segundo, mas logo correspondeu, o toque suave de seus lábios trazendo uma sensação de calor em meio à frieza daquela noite. Quando Edward finalmente se afastou, ambos respiravam rápido, os olhos de Louis arregalados pela surpresa.

– Eu... eu não sei por que fiz isso – murmurou Edward, a voz baixa. – Só... foi automático.

Louis tocou os lábios com os dedos, ainda surpreso, mas havia um brilho em seus olhos.

– Tudo bem, Ed – disse ele, a voz suave. – Está tudo bem.

Edward abaixou a cabeça, envergonhado, mas Louis o puxou para um abraço apertado, descansando a cabeça contra o peito do alfa.

– Você está preocupado com algo, não é? – perguntou Louis, sentindo o ritmo acelerado do coração de Edward.

Edward respirou fundo, hesitando por um momento antes de responder.

– Estou. Louis, eu... Eu amo você. Não sei se consigo mais esconder isso. Mas não é só isso. Estou com uma sensação horrível, algo que não consigo ignorar.

Louis se afastou o suficiente para olhar para ele, os olhos cheios de preocupação.

– O que está acontecendo?

Edward passou a mão pelos cabelos, nervoso.

– O caso em que estou trabalhando. Os corpos, as cenas... Eu não consigo tirar da cabeça o que vi. E agora, com você... com os bebês... – Ele fez uma pausa, lutando contra a emoção que ameaçava transbordar. – Tenho medo de que algo aconteça com vocês.

Louis segurou o rosto de Edward, obrigando-o a olhar diretamente para ele.

– Ed, nós estamos bem. Os bebês estão bem. Não vamos deixar que nada aconteça, e você também não está sozinho nessa.

DOIS ALFAS UMA BARRIGA DE ALUGUEL [CONCLUÍDO]Histórias para pegar e não largar. Descubra agora