Capítulo 25: Criando dor de cabeça...

2.7K 355 26
                                        

Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.


a vida é curta demais pra gente viver o mínimo das coisas.


    Em um sábado de manhã, último dia de aula, Harry se sentou à mesa no Salão Principal, tomando seu café. A maioria dos alunos já havia partido na sexta-feira para casa, mas Harry permanecera, com uma lista mental de tarefas que precisava resolver:

1. Consertar sua mão.

2. Capturar o sapo e mantê-lo preso.

3. Roubar um dos elfos de Tom.

4. Pedir desculpas pelo elfo.

5. Descobrir o que Tom queria, já que sua cicatriz doía constantemente.

6) dar dor de cabeça ao lorde das trevas

Tudo isso teria que ser feito antes de fugir de Hogwarts.

Enquanto organizava seus pensamentos, notou Dumbledore observando-o discretamente, como se achasse que ninguém o notaria. Harry ergueu seu copo de suco de abóbora em um gesto semelhante a um brinde e abriu um pequeno sorriso, que o diretor correspondeu com um olhar enigmático.

Terminado o café, Harry se levantou e deixou o salão, sentindo o peso de tudo o que precisava fazer. No bolso, carregava tudo o que precisava. Sabia que um dos trens logo sairia, mas não era assim que planejava deixar a escola.

Chegou ao escritório de Dolores Umbridge. Sem hesitar, bateu à porta e entrou, encontrando-a prestes a se levantar.

— Petrificus Totalus! — lançou o feitiço antes mesmo que ela pudesse reagir. Ele sorriu ao vê-la imóvel. — Que sorte a sua ter me deixado cuidar de você, Umbridge.

— Mily! — chamou, e uma pequena elfa doméstica apareceu num estalo. — Pode levá-la para as masmorras e limpar qualquer vestígio mágico meu daqui? Estou com pouco tempo.

— Claro, Mestre Harry — respondeu a elfa com um aceno rápido. — Mas o Mestre Slytherin tem procurado por você. Severus deveria ter te avisado.

— Vou lidar com isso depois. Eu e Severo não estamos nos falando — respondeu Harry, saindo da sala após se certificar de que ninguém mais estava no corredor.

Agora, rumo à próxima tarefa, Harry sabia que o dia ainda seria longo. Enquanto caminhava, murmurava feitiços para aliviar o estado de sua mão, ainda dolorida. As poções que Tom lhe dera já haviam acabado há algum tempo. Saindo discretamente do castelo, ele atravessou os limites das proteções mágicas e seguiu em direção à Floresta Proibida.

No meio do jardim, Harry sentiu uma presença estranha. Havia mais pessoas próximas à casa, e uma magia peculiar pairava no ar. Era doce, enjoativa, quase como açúcar demais dissolvido no ambiente. Ele franziu o cenho, desconfiado. Aquilo não parecia certo.

Acelerando o passo com determinação, Barty tentou interceptá-lo, surgindo de repente em seu caminho.

— Já sei, é a reunião dele, mas eu não dou a mínima — Harry disse, desviando sem parar.

Sobre Lados - TomarryHistórias para pegar e não largar. Descubra agora