Alvo Dumbledore não esperava que seu castelo de ouro cairia tão rapidamente. Para ele, Harry Potter não tinha ninguém que se importasse em ajudá-lo.
Acho que o pobre Alvo Dumbledore não esperava que seu salvador teria ajuda de quem ele menos esperav...
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"Podem me atacar com paus e pedras. Os paus eu chupo e as pedras eu fumo" tive que posta essa frase ksksskks
Harry acordou com a luz da manhã atravessando a janela. Por um momento, ficou confuso antes de perceber que Tom não estava mais na cama. No entanto, havia uma pequena caixa sobre a mesinha de cabeceira. Ele a pegou, franzindo a testa.
— "Um presente para você, meu amor." — leu em voz alta.
Ao abrir a caixa, um choque percorreu seu corpo. Ele reconhecia aquelas tatuagens... e aquele anel. Eram as mãos ensanguentadas de seu tatuador. Harry cerrou os dentes.
— Tom, filho da puta…
Vestiu-se rapidamente e saiu à procura de Tom, encontrando-o sentado à mesa, conversando tranquilamente com Rabastan.
— Sério, Tom? As mãos dele? — Harry perguntou, incrédulo.
Tom sorriu de maneira adoravelmente preguiçosa antes de responder:
— Bom, ele tocou você.
Rabastan observava a cena com uma certa admiração. Foi ele quem pegou a caixa preta para seu senhor e sabia exatamente o que havia dentro.
— Vocês dois são inacreditáveis. — Harry riu, antes de se inclinar e beijar Tom. Em seguida, sentou-se. — Como estão as coisas?
— Perfeitas. — Rabastan sorriu.
— O mundo mágico está um caos com a morte dos melhores amigos do Menino-Que-Sobreviveu. — Tom comentou, observando Harry, que comia calmamente.
— Entendo… Então seria hora de agir. — murmurou Harry. — Ótimo, vou ver aquele cabrito… Ah, que droga.
— Linguagem, Harry. — Tom repreendeu.
— Você ama minha boca, nunca reclamou dela — Harry retrucou, deslizando as palavras em língua de cobra.
Tom revirou os olhos pela audácia do garoto.
— Severo estará aqui em breve para levar vocês.
Harry levou um segundo para pensar antes de sorrir.
— Sabe… pensando bem, tecnicamente não preciso aparecer lá. Posso atacar com os Comensais. Me fugiu da memória que ainda tem escola.
— E qual é o plano? — Tom perguntou, interessado.
— Severus, eu e mais um entramos. Nós os levamos para os porões.
Tom ponderou por um momento antes de murmurar:
— Parece razoável… Mas você precisará usar uma máscara.
Ele estalou os dedos e um dos Comensais trouxe uma máscara. Harry a pegou, observando-a antes de colocá-la no rosto.