Alvo Dumbledore não esperava que seu castelo de ouro cairia tão rapidamente. Para ele, Harry Potter não tinha ninguém que se importasse em ajudá-lo.
Acho que o pobre Alvo Dumbledore não esperava que seu salvador teria ajuda de quem ele menos esperav...
Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.
Fala mais de longe pfv, teu chifre tá me furando- Harry falou gargalhando algo.
Assim que aparatou no litoral com Lucius e Severus, Harry riu discretamente ao notar a hesitação deles diante do calor. A primeira parada foi uma modesta pousada bruxa, escondida em meio à vegetação costeira e protegida por feitiços anti-trouxa. Assim que se alojaram, os três trocaram de roupa para algo mais apropriado. Harry não conseguiu conter o riso quando viu Lucius vestindo bermudas – uma peça que parecia um insulto ao seu habitual ar aristocrático. Severus, por sua vez, mantinha a carranca habitual, lançando um olhar fulminante para Harry ao vê-lo rir ainda mais.
– Vou dar uma volta pela vila. Ver o que há por aqui, – disse Harry casualmente, já no clima descontraído do local. Ele se preparava para sair quando sentiu a onda mágica de Severus conjurando um feitiço de rastreamento sobre ele.
– Protetor como sempre, não é? – comentou com um sorriso, arrancando um resmungo inaudível de Severus enquanto Lucius ajustava a gola de sua camisa polo, nitidamente desconfortável.
Harry caminhou pela vila costeira de ruas de paralelepípedos que serpenteavam entre casas simples, porém encantadoras, pintadas em tons vibrantes de azul e amarelo. Havia um cheiro doce de maresia no ar, misturado com o som das ondas e o murmúrio de pessoas que caminhavam pelas ruas com naturalidade, acostumadas aos visitantes mágicos. Ao ver as casas, Harry se lembrou de uma propaganda na TV de Petúnia sobre férias tropicais. A comparação entre o luxo estéril das imagens da TV e a beleza vibrante da vila trouxe um sorriso aos seus lábios.
Enquanto explorava, ele encontrou um pequeno grupo reunido ao redor de um guia turístico mágico que explicava com entusiasmo os segredos do local. Intrigado, Harry decidiu se juntar a eles, ouvindo enquanto o guia detalhava histórias sobre a área.
– Se vocês olharem ali, entre aqueles dois coqueiros na praia, poderão ver o Templo das Ondas Eternas, – dizia o guia, apontando para uma formação de rochas distantes que despontava do mar. – Ele foi construído após uma tempestade mágica devastadora. Dizem que o mar pouparia a vila desde que o templo fosse mantido como agradecimento eterno às forças da natureza.
Harry inclinou-se levemente, tentando ver melhor o local. O guia continuava, tecendo uma narrativa fascinante:
– Segundo o mito, o Templo das Ondas Eternas é feito de obsidiana mágica e adornado com uma opala iridescente que parece conter dentro dela o movimento das próprias ondas. Essa opala, chamada Amuleto das Profundezas, protege o templo e a vila. Ela forma uma barreira mágica poderosa, mas seu uso drena energia mágica de quem a utiliza. Além disso, a lenda afirma que o templo foi criado em colaboração com sereianos. Eles doaram um feitiço ancestral que garante que, enquanto o templo permanecer intacto, nenhuma onda gigante poderá devastar a vila.
Harry observava o templo ao longe, intrigado. O caminho até ele parecia complicado – parte pela praia e, como indicava o guia, com um trecho que exigia nadar até a formação rochosa. Ele fez uma anotação mental de explorar o local mais tarde.