Alvo Dumbledore não esperava que seu castelo de ouro cairia tão rapidamente. Para ele, Harry Potter não tinha ninguém que se importasse em ajudá-lo.
Acho que o pobre Alvo Dumbledore não esperava que seu salvador teria ajuda de quem ele menos esperav...
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Essa noite eu invejo tua frieza, e o jeito que não se importa nem um pouco.
Mesmo depois de a festa terminar perfeitamente, Harry chamou Dobby e ordenou com firmeza:
– Leve o corpo para as masmorras e vasculhe tudo. Qualquer coisa suspeita, traga diretamente a mim.
Tom Riddle, que observava a cena com uma expressão de leve irritação, resmungou:
– Você deveria parar de ser tão paranoico, Potter. Está começando a assustar meus aliados.
– Sou seu aliado também, Riddle – rebateu Harry, a voz fria como gelo. – Mas há algo errado aqui, e eu não estou confortável. Como ele chegou aqui sem sequer saber a localização? Foi uma das pessoas que você convidou que deu com a língua nos dentes?
O tom cortante de Harry transbordava irritação. Ao lado, um homem de feições duras e olhos zombeteiros – claramente Cassius Mulciber – o encarava com intensidade. Um sorriso provocador brincava em seus lábios enquanto ele lambia-os, parecendo avaliar Harry de maneira predatória.
Tom suspirou pesadamente, revirando os olhos diante da crescente tensão:
– Cassius Mulciber é um purista do sangue. É o jeito dele. Quanto ao outro… Alaric Selwyn encontrar você dessa forma foi, de fato, estranho – admitiu em um tom seco.
Harry apenas sorriu de maneira cínica, seus olhos brilhando com um misto de desprezo e determinação.
– Eles serão minhas vítimas nos próximos três meses – até que eu decida matá-los – disse Harry, provocando uma ruga de desagrado na testa de Tom. – Eles merecem.
– Não toque nos meus aliados – retrucou Tom, irritado
Certo Harry respondeu, arqueando as sobrancelhas com falsa indignação. —Mas se eu acabar envenenado, ou algo parecido, a culpa vai ser toda sua.– Antes que Tom pudesse responder, Fenrir Greyback apareceu, a expressão predatória se ampliando em um sorriso feroz.
—Parece que o pequeno filho da luz virou um filho das trevas, não é? - provocou o lobisomem, soltando um riso rouco.
—Apagaram minha luz - respondeu Harry, sarcástico, enquanto percorria o salão com o olhar atento.
Tom suspirou pesadamente, já imaginando o caos que surgiria se Harry e Fenrir fossem próximos. Severus Snape parecia compartilhar do mesmo receio, pois rapidamente se aproximou.
—Morcego –rosnou Fenrir, o tom evidentemente provocativo. Antes que a afronta se agravasse, Harry apontou sua varinha contra a garganta do lobisomem, com movimentos rápidos e calculados.
— Não o chame assim –disse Harry em um tom baixo e mortal. —Não gosto disso. E você vai parar agora, antes que perca a cabeça.– Fenrir ergueu as mãos lentamente, quase apreciando a ousadia do garoto.