Alvo Dumbledore não esperava que seu castelo de ouro cairia tão rapidamente. Para ele, Harry Potter não tinha ninguém que se importasse em ajudá-lo.
Acho que o pobre Alvo Dumbledore não esperava que seu salvador teria ajuda de quem ele menos esperav...
Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.
6° lei de Newton.
Você sempre vai querer com mais intensidade aquilo que não pode ter.
Tom estava à beira de um colapso. Harry não acordava há uma semana, enquanto Barty e Rabastan, que haviam ficado dois dias desacordados no meio do terreiro, já estavam suficientemente recuperados para se recolherem a seus quartos. Tom verificava a magia de Harry a cada três horas. Embora ela estivesse lentamente se restaurando, a lentidão do processo o preocupava profundamente.
O silêncio na casa era quase insuportável. Harry não estava em seu escritório, não se ouvia seus passos mexendo nas coisas ou a voz vibrante discutindo com alguém. Para piorar, os aliados de Tom começavam a demonstrar dúvidas: queriam ter certeza de que o garoto estava ao lado deles, mas como, se ele permanecia dormindo?
Frustrado, Tom suspirou e levantou-se de sua cadeira, decidido a ir até a biblioteca. Porém, antes que pudesse sair do cômodo, Barty entrou correndo, ofegante.
— Meu senhor, Harry acordou!
Tom virou-se imediatamente.
— Ele está bem? — perguntou com urgência, já caminhando ao lado de Barty rumo ao quarto de Harry. Quando abriram a porta, Tom ficou surpreso ao encontrar o garoto de pé, mesmo que ainda parecesse um pouco abatido, reclamando de dores no corpo.
— Como você está de pé? — Tom questionou, franzindo a testa. — Até onde vi, sua magia mal havia se recuperado.
— Boa tarde para você também, Tom! — Harry respondeu com um sorriso brincalhão, enquanto se espreguiçava. — Meu corpo está todo dolorido... mas já estou melhor.
— Isso não faz sentido... — Tom murmurou, beliscando o próprio nariz em irritação. Sem hesitar, lançou um feitiço para verificar novamente a magia de Harry e, para sua surpresa, ela estava completamente restaurada. — Como isso é possível?
— Ah, a Morte veio me visitar. — Harry respondeu de forma casual, como se fosse algo corriqueiro. — Ela disse que não conseguiu vir antes, então deixou alguém para cuidar de mim. Parece que essa pessoa fez o trabalho dela, mas não do jeito certo, porque a Morte estava bem brava. No final, ela mesma me curou.
— Bem, isso é... bom? — Tom disse hesitante, observando Harry com desconfiança. Mas antes que pudesse processar todas as informações, Harry deu um passo em sua direção e, para sua total surpresa, o abraçou.
— Obrigado — murmurou Harry, soltando-o em seguida com um sorriso despreocupado. — Você tentou me ajudar, e estou de bom humor para abraços hoje.
— Percebi isso — Tom respondeu, constrangido, ajeitando a postura. — De nada, Harry. Eu sempre disse que ajudaria você.