Alvo Dumbledore não esperava que seu castelo de ouro cairia tão rapidamente. Para ele, Harry Potter não tinha ninguém que se importasse em ajudá-lo.
Acho que o pobre Alvo Dumbledore não esperava que seu salvador teria ajuda de quem ele menos esperav...
Fiz o capítulo, se tiver algo fora do lugar me avisem !!
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A manhã em Hogwarts começava como qualquer outra. Severus Snape e Lúcio Malfoy se encontraram no Salão Principal logo após o café, ambos envolvidos na burocracia escolar que, para muitos, passava despercebida. Mas algo os incomodava. Relatórios financeiros estavam inconsistentes, fundos pareciam desaparecer sem explicação, e os alunos menos favorecidos continuavam sem suporte adequado.
— É inadmissível que, com todo o dinheiro arrecadado, ainda existam estudantes que não conseguem nem mesmo comprar um uniforme decente — murmurou Snape, folheando os documentos com seu olhar afiado.
Lúcio Malfoy, sempre um homem de influência e poder, cruzou os braços e analisou os papéis em suas mãos.
— Isso é um roubo descarado, Severus. E veja só... — Ele apontou para um nome que aparecia repetidamente nos registros. — Dumbledore e... Molly Weasley?
O silêncio pairou por um instante. Molly Weasley, falecida há pouco tempo, nunca ocupou um cargo na escola. Então, por que o nome dela estava vinculado aos fundos financeiros de Hogwarts?
— Isso precisa ser investigado. Se for verdade, Dumbledore não só desviou dinheiro para ele, mas também para Molly — disse Snape, o veneno evidente em sua voz.
Determinado a esclarecer o caso, Lúcio enviou uma coruja diretamente ao Ministro da Magia, exigindo uma reunião urgente. Em menos de uma hora, o Ministro Shacklebolt chegou acompanhado de Minerva McGonagall.
O encontro aconteceu na sala do diretor, agora ocupada por Minerva. Snape e Lúcio jogaram os documentos sobre a mesa.
— Poderia nos explicar isso, Minerva? — Lúcio perguntou, sua voz carregada de frieza.
McGonagall suspirou, tirando os óculos e massageando a testa.
— Eu sabia — confessou, para surpresa dos dois bruxos e do Ministro. — Mas não podia fazer nada. Era Dumbledore. Ele estava... fazendo algo bom para o mundo mágico.
O choque foi instantâneo.
— Bom para o mundo mágico? — Lúcio repetiu, incrédulo. — Como exatamente desviar dinheiro da educação das crianças para fins pessoais ajuda o mundo mágico?
O Ministro cruzou os braços, observando Minerva com um olhar sério.
— Você está me dizendo que sabia desse desvio e ficou em silêncio?
— Não havia nada que eu pudesse fazer! — Minerva rebateu, a voz carregada de uma mistura de raiva e frustração. — Dumbledore sempre foi intocável. Se eu o denunciasse, quem acreditaria? Além disso, ele dizia que esse dinheiro era para ajudar o mundo bruxo a longo prazo, manter certas alianças, garantir que...
— E o preço disso era deixar alunos passarem fome e ficarem sem material? — Snape cortou friamente.