Alvo Dumbledore não esperava que seu castelo de ouro cairia tão rapidamente. Para ele, Harry Potter não tinha ninguém que se importasse em ajudá-lo.
Acho que o pobre Alvo Dumbledore não esperava que seu salvador teria ajuda de quem ele menos esperav...
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Explicação (Jarvis é o jornalista que tá ajudando Dumbledore)
Jornal de Jarvis Marly Edição Extraordinária
Por Jarvis Marly, Nascido Trouxa e Investigador Independente
A Ascensão da Sombra: Harry Potter e o Declínio da Verdadeira Magia.
Por muitos anos, Alvo Dumbledore foi o farol que guiou nossa sociedade bruxa, um homem cuja inteligência e compaixão moldaram uma era de estabilidade e esperança. Seu afastamento repentino do cenário mágico levantou questões, mas nada poderia ser tão preocupante quanto a ameaça que agora se revela: Harry Potter, o jovem outrora aclamado como o "Escolhido", parece ter cedido às práticas mais sombrias da magia.
A necromancia, uma arte proibida pela boa razão de sua natureza corruptora, vem sendo associada a eventos recentes que desafiam o equilíbrio do mundo bruxo. Sempre descrita como uma ferramenta da magia negra, a necromancia não se limita apenas ao domínio sobre os mortos, mas também à manipulação de almas e à subversão da ordem natural. Quem ousaria brincar com tamanha obscuridade? A resposta é alarmante: Harry Potter.
Sim, aquele que um dia simbolizou esperança agora caminha por trilhas que apenas os mais temidos bruxos ousaram explorar. Seria esse o verdadeiro legado do "Menino-Que-Sobreviveu"? O que leva um suposto herói a se afastar da nobreza de seu propósito para buscar a imortalidade através de meios tão vis? Não há dúvidas de que o trauma da guerra e a perda de tantas vidas pesaram sobre ele, mas desde quando sofrimento justifica o uso de feitiçaria obscura?
É aqui que Dumbledore ressurge como o homem de visão que sempre foi. Durante décadas, ele preveniu o mundo bruxo sobre os perigos da magia das trevas, manteve-se vigilante contra aqueles que ousavam cruzar a linha entre o permitido e o proibido. No entanto, ao que tudo indica, o que ele mais temia finalmente aconteceu: Potter, ao invés de honrar o sacrifício de tantos, parece ter sucumbido à tentação de desafiar a própria morte.
Ao conversar com fontes dentro do Ministério da Magia, tornei-me ciente de que a necromancia não apenas existe, mas vem sendo tolerada em círculos que deveriam repreendê-la. O silêncio ensurdecedor diante dessa ameaça só reforça a urgência do que está diante de nós. O legado de Dumbledore, construído sobre os pilares da sabedoria e da prudência, está em risco de ser apagado por aqueles que acreditam que a magia não tem limites morais.
Se Potter, o menino que um dia juramos proteger, não é mais um símbolo da luz, então quem nos guiará? A resposta, caros leitores, talvez já tenha sido dada há muito tempo: foi Dumbledore quem nos ensinou a diferença entre o certo e o fácil. Foi Dumbledore quem combateu Voldemort antes mesmo que Potter tivesse idade para segurar uma varinha. E agora, quando a história ameaça se repetir, aqueles que fingem ser heróis parecem estar do lado errado da batalha.
Estaria Harry Potter se tornando aquilo que ele próprio combateu? Essa é a questão que devemos ter coragem de responder. O futuro do mundo bruxo pode depender disso.