(Saga amores impossíveis.)
Livro completo, porém, sendo repostado.
A inocente Sofia, quando recém-nascida foi abandonada cruelmente no portão de um orfanato com uma caixa de música enrolada entre sua manta. Durante anos não houve respostas, ou até...
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"O amor pode nos tocar uma vez, e dura até a eternidade".
Sofia Montserrat.
Meses depois...
Jennifer Diez e Pietro Montserrat.
Convidam você para a celebração da cerimônia de casamento.
Dia 19 de Julho de 2018 ás 17h00min do horário local.
Endereço: 296 Rue Saint Honoré, 75001 Paris, França.
Horas atrás havia chegado pelos correios os convites de casamento do Pietro, e da Jennifer. Foram mandados dois, um deles pertenciam a Marina, e o outro era o meu. surpreendentemente não sentia nada ao olhar fixamente para o convite feito no papel aspes, que é considerado um material sofisticado para a fabricação de convites de casamento. Se passou muitos meses dês da ultima conversa e da despedida dolorosa que tive com o Pietro Montserrat.
Quando ele havia saído pela porta do escritório naquela tarde de verão, após eu ter descoberto a verdade sobre o seu casamento com a Jennifer, e as ameaças do advogado Rômulo Belmonte, ele não voltou mais para a mansão. Pelo contrario, fez questão de viajar no mesmo dia para a cidade de paris. No começo fiquei desorientada, contudo, depois fui me lembrando que não haveria nada que pudesse fazer para convencê-lo a cancelar o casamento, visto que, ele firmou a sua decisão.
A professora Madeleine Louise havia me ensinado tudo sobre etiqueta, e me esforcei durante meses para aprender tudo que seria necessário quando fosse apresentada a alta sociedade como filha e legitima herdeira do Marco Montserrat. Em questão de uma semana completaria a minha maioridade e assumiria todos os bens que foram deixados no meu nome, sendo instruído por Rômulo Belmonte, que me faria uma visita para a releitura do testamento em breve.
—Já arrumou a sua mala?.—Perguntou Marina, sentada na minha cama, e lendo algumas revistas sobre moda.
—Ainda não tive tempo de arrumar os vestidos que vou levar para a França.—Respondi a ela, guardando o convite, e observando o urso de pelúcia de estatura mediana que Horácio havia me presenteado quando completamos um mês de namoro.
—Não pretendo leva muitas roupas, nesses meses economizei quase todo o meu salário para comprar tudo novo quando chegarmos na cidade de Paris. Eu quero mudar o meu visual e guarda-roupa, e quem sabe não conheço um Francês bonitão que possa me interessar.—Disse entusiasmada.
—Ouvir dizer que na França tem muitos homens solteiros e bonitos, talvez arrume algum pretendente por lá.—Comentei sorrindo.
—Quero arrumar um homem magnifique, como pronuncia a sua professora de etiqueta lambisgoia.—Marina ria com o próprio comentário egocêntrico.