Capítulo Cinquenta.

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"O que mais dói, era ter estado tão perto e ter tanto para dizer e ver você indo embora da minha vida."

Sofia Montserrat.

Eu estava no avião com destino a França, e foliava paginas de algumas revistas de moda parisiense que foram presentes da professora Madeleine Louise, que devido a uma gripe suína contraída recentemente, não pode viajar para a celebração da cerimônia de casamento. A poltrona da primeira classe era confortável, e meus olhos percorriam a pequena janela do avião, e me impressionava como a vista do céu. Horácio e seus pais, embarcariam em outro avião em poucas horas, e provavelmente seria na classe econômica, já que a família Casanova, não possuía muitos recursos financeiros.   

—Falta pouco para desembarcamos em Paris.—Marina falava entusiasmada.—Eu quero conhecer cada lugar da cidade. 

—Não vejo o momento de chegamos, pretendo descansar quando estivemos no hotel, e quem sabe depois conhecer a cidade luz.—Avisei a ela.

Notei que de fato faltava alguns minutos para o pouso do avião. Marina encontrava-se do meu lado, entretida no tablet assistindo algum filme, enquanto eu terminava de folhear algumas paginas que faltava da revista de moda, até que ouvia a voz do comandante do avião, informando para aperta o cinto, pois, em breve seria o pouso. Seguir as instruções e apertei o cinto, contudo, quando havia terminado, uma senhora que brincava com o seu pequeno filho na poltrona da frente chamou a minha atenção. A criança produzia uma risada gostosa, enquanto a senhora cantava uma música de nina. Eu fiquei emocionada com a cena que presenciava.  

—Vamos, querida?.—Marina me chamou, se levantando da poltrona em seguida.

Eu estava absorta com a cena de afeto entre mãe e filho que não havia percebido quando o avião pousou no aeroporto e os passageiros estavam levantando-se dos seus perspectivo lugares para desembarcarem em fileiras. Levantei abraçando as revistas e fui até a fileira sendo acompanhada pela Marina. Quando saímos do avião, olhei atentamente para a placa verde com a escrita em Francês.

Bienvenue á l Aéroport Charles De Gaulle Paris.

Continuei andando ao lado da Marina, enquanto me sentia uma peixe fora D'água, pois, havia aprendido um pouco de Francês com as aulas da professora Madeleine, contudo, não foi o suficiente para que esse frio na barriga de estar num lugar diferente com pessoas estrangeiras passasse. Eu segurei com rigidez o braço da Marina, com receio que me perdesse em meio a multidão de pessoas.

—Ceus! que aeroporto cheio.—Marina disse impressionada.

—Estamos na época de ferias, e a professora Madeleine, confidenciou que a cidade de Paris, é bem visitada e que os aeroportos ficam cheios de estrangeiros.—Expliquei a ela.

Marina apenas assentiu, e continuamos caminhando até que ao chegarmos no saguão do desembargue avistamos um homem alto, com a pele morena e olhos claros, segurando uma plaquinha de papel que contém os nossos nomes escritos. Passamos por uma multidão de pessoas, e finalmente estávamos próximas do homem que foi designado a nós buscar no aeroporto e depois levamos ao hotel em segurança.

(Proibida Pra Mim)Onde histórias criam vida. Descubra agora