A sensação de poder ajudar algo, mesmo que não seja um humano, o fez se sentir feliz.
[Nome] deu a pétala a serpente, e o animal se curou lentamente. Ele estava tão feliz, que até se esqueceu que ele tinha medo de cobras.
...isso, até ela abrir os olhos.
– ...! – [Nome] hesitou ao ver os olhos da cobra se abrirem, e o encarar fixo, como se visse a alma dele – ... – ele sentiu um arrepiou percorreu o corpo, o que fez ele se afastar da serpente.
Os olhos do animal eram em um tom de verde brilhante, com algum tom em amarelo oscilando levemente. As escamas púrpura, que brilhavam em um tom escuro de roxo.
Distraído com a beleza da serpente que o encarava, [Nome] não se deu conta ao ouvir o chiado do animal, e o sons do mesmo se arrastando em sua direção, se aproximando.
Quando o homem voltou a realidade, a serpente já estava em sua frente.
Congelado de medo, seu corpo não conseguia se mover, nem recuar. E, a cada segundo a cobra chegava mais e mais perto.
[Nome] soltou um chiado baixo em surpresa, no mesmo momento em que a serpente solta um som estridente, e agudo, mostrando hostilidade—na visão de [Nome].
– E-Ei, amiguinho, eu te salvei... Não vai matar seu salvador, ou vai? – ele sussurrou a última parte, vendo que a serpente não parou, ele engasga, tossindo e recuando até cair para trás.
Algumas cenas, embora embaçadas, eram claras.
Alguns companheiros dele—a anos atrás, provavelmente na infância—o trancaram em uma sala cheia de serpentes. Diante de tal situação, [Nome] desenvolveu um medo enorme de serpentes.
Pois, as cobras estavam famintas, e o atacavam, ele não sabia se proteger, e apenas tentava correr e se esconder em lugares altos—mesmo assim, ele foi picado pouco antes de ser solto.
Ele detestava serpentes.
Entretanto, agora que ela estava acordada, [Nome] sabia que seria péssimo para ele. Sua respiração começou a fazer falta, e ele tentou se acalmar. Lembrando das risadas das crianças, dos seus gritos por socorro, dos chiados das serpentes... Era tão vivido em sua mente, que ele entrou em pânico.
– P-por favor... – [Nome] fechou os olhos, recuando até bater contra uma pilastra.
Sim, ele era um Oni...
Mas, diante ao maior medo dele, ele tinha culpa em se desesperar?
Os olhos dele estavam embaçados pelas lágrimas, e seu corpo trêmulo pelo medo. Com o súbito silêncio que ficou, [Nome] tenta se acalmar, e olhou para frente, onde encontra a serpente, na sua frente, com a cabeça perto de seu rosto.
Ele prende a respiração, mas, se acalma—tentou.
– O-o que foi, amiguinho? – [Nome] olhou para os olhos do animal, e tenta sair, mas, derrepente a serpente fechou os olhos, tombou a cabeça para o lado, e abriu um sorriso banguela – Um... Sorriso? – ele murmurou surpreso.
Mestre! – chamou-o, em um tom animado, e infantil.
[Nome] pula em surpresa, e olha para os lados.
Alguém o encontrou?
O olhar de [Nome] fica confuso, ele não encontrou nada em sua volta. Limpando as lágrimas, ele volta a encarar a serpente.
Agora, ele congelou de vez ao sentir a serpente se aproximar, e se esfregava em seu corpo. [Nome] fica com uma gota na cabeça. Ele tinha 99% de certeza que cobras não agiam assim.
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𝖀𝖒 𝕺𝖓𝖎 𝕯𝖎𝖋𝖊𝖗𝖊𝖓𝖙𝖊? [𝔐𝔞𝔩𝔢ℜ𝔢𝔞𝔡𝔢𝔯×𝔐𝔲𝔷𝔞𝔫]
أدب الهواة𝙐𝙢 𝙝𝙪𝙢𝙖𝙣𝙤 gentil, calmo, paciente e comum, esse era [Nome]. Ele era amado e respeitável, isso, até adotar Gyuutarou. Seria uma vida comum... Então, em um dia... [Nome] estava morrendo aos poucos, mas uma visita inesperada chega. O Oni trans...
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