[PORTUGUÊS]
Quando Jake Moore perde uma aposta no casino, ele é obrigado a entregar a esposa a um chefe de máfia de Chicago, que faz dela uma arma especial para os seus negócios.
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[Início: 21/07/22]
[Fim: 24/04/23]
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Eu estava bêbado mas não como eu queria.
Nicolette depois de se despedir do Santo e da Armani, voltou para a varanda com uma vassoura e uma pá e mandou-me limpar os pedaços de vidros do copo que eu estava a usar para beber, que estavam a cobrir o chão ao meu lado.
- Depois. - eu disse antes de me levantar para levar uma outra garrafa de uísque barato que ela usa como decoração.
Ela rosnou e acabou por fazê-lo sozinha.
No bar, peguei mais uma garrafa de Daniels, no meu caminho de volta a varanda, cruzei-me com ela a entrar para deitar o vidro fora e substituir a vassoura por um pequeno pano para limpar o gelo que havia derretido e o resto de uísque que também estava ainda chão.
Voltei a sentar-me onde estava, abri a garrafa e não fiz questão de partilhar o líquido com mais um copo, bebendo outra vez, diretamente da garrafa.
A minha ex voltou a aparecer, depois de ter o chão como queria, sentou-se outra vez no lugar a minha frente, onde estava sentada antes.
- Saí da minha casa. - ela ordenou. - Confessa Barbie, minha companhia é melhor que os teus amigos imaginários.
Ela revirou os olhos.
Pegou na revista que estava por cima da mesa , esticou as pernas longas e cheias de curva no sofá, para poder ler a merda decorativa que aposto que ela nunca notou que ali estava, até agora.
Nicolette é materialista. Gosta de coisas , gosta de gastar de maneira tão idiota que é suficiente para deixar alguém louco. Metade das vezes nem sabe o que está a comprar, compra só pelo bem de comprar ou pura e simplesmente porque achou que gostou.
Enquanto eu continuava a beber, Nicolette comentava sobre as coisas que lia na revista, ela sabia que eu não estava a ouvir, mas insistia em comentar as coisas em voz alta ou em procurar saber da porcaria da minha de opinião.
E repetia que aquela era a consequência de eu continuar aqui.
Está na verdade a começar fazer-me arrepender de não ter ido com o Santo.
- Romano, tu amavas-me quando estávamos juntos? - ela perguntou de repente.
Exato, está mesmo a fazer-me arrepender de não ter ido com o Santo.
Massajei o templo com a mão livre e olhei para ela, tentando perceber se ela estava mesmo a falar a sério ou não.
- Romano! - ela sentou-se.
Cruzou as pernas e baixou a revista para melhor fitar-me.
Diomio, eu não estou sóbrio o suficiente para ter essa conversa.
Nem quando estou sóbrio, estou sóbrio o suficiente para ter essa conversa.
- Não. - eu disse-lhe rispidamente e ela franziu a testa. - Achas mesmo que eu já amei alguém na minha vida Nicolette? - escornei. - Eu não te amava, estarei a mentir se eu disser que conseguia sentir que podia alguma vez iria amar-te.