Atenção:
Essa Fanfic é hot também, vai ter muitas palavras e capítulos envolvendo sexo. Se não gostar, só ir ler a bíblia ou ir para outra conta pois a minha é escrita assim.
Observação: NÃO contém incesto, eles não são parentes de sangue.
....
Ayum...
— É incrível como seu corpo responde ao meu toque — murmurei no ouvido dela, enquanto ela ainda se recuperava dos espasmos do orgasmo.
Ela me puxou para um beijo quente, ainda saboreando o êxtase. Eu mantinha movimentos lentos e calculados, prolongando seu prazer, sentindo cada reação dela. Mas essa sensação de estar sendo apertado pela buceta dela, a suavidade e o calor úmido, estavam me levando ao limite. Tê-la completamente entregue a mim, tão vulnerável e intensa, me fazia perder qualquer controle, me deixando em ponto de erupção.
Acelerei os movimentos, mantendo o ritmo e a intensidade certos para não machucá-la, mas sem conseguir mais controlar a urgência que crescia.
— Não vou... não aguento mais segurar... vou gozar — sussurrei, sentindo cada impulso ficar mais forte.
— Faz em mim, tio... pode fazer — ela disse, a voz suave e manhosa, entregando-se de uma forma que foi a gota final para mim.
Com um último impulso, toda a tensão que eu vinha segurando finalmente se liberou, e tudo se dissolveu em uma onda de prazer, intensa e devastadora.Meu corpo fundido ao dela, cada batida desacelerando em sincronia, como se o tempo tivesse parado para nós dois. Aquela sensação... era avassaladora, de longe uma das mais intensas que já experimentei. O calor, o contato, o desejo saciado, e ainda assim... a fome de algo mais permanecia.
Eu sabia que aquela noite não era o fim; era apenas o início. Alguns dias ainda nos aguardavam até o retorno de Sakura, e a ideia de todo o tempo que teríamos me fez sorrir, já ansiando por mais.
Me deitei ao lado dela, aproveitando o silêncio enquanto nossas respirações desaceleravam. Eu ainda sentia o corpo em chamas, um calor que parecia eterno, mas sabia que para ela, sendo a primeira vez, precisava ser delicado. Acariciei seu rosto e depositei um beijo suave em seus lábios. Precisávamos de um banho, ambos.
Quando olhei os lençóis, o pequeno vestígio de sangue estava ali. Ela se encolheu, constrangida.
— Não acredito, sujei o lençol — murmurou, desviando o olhar.
— Não se preocupe, isso é normal. — Respondi com um tom calmo, tentando aliviar seu embaraço.
— Mas... é tão... vergonhoso.
— Não tem motivo pra isso — disse, sorrindo, e coloquei minha mão sobre a dela. — Amanhã eu coloco tudo na máquina, e vai estar tudo limpinho ao amanhecer. Agora, vem cá. — Estendi a mão para ela, puxando-a gentilmente. — Que tal um banho juntos?
Ela me olhou, ainda hesitante, mas logo entrelaçou seus dedos nos meus, aceitando o convite. Caminhamos juntos até o banheiro, onde abri o chuveiro, deixando a água quente correr. Quando entramos, senti a água escorrer por nossos corpos, aquecendo a pele e trazendo um alívio suave.
Com as mãos escorrendo por seu corpo molhado, acariciei seu rosto e a puxei para um beijo profundo, sentindo o gosto dela enquanto a água caía ao nosso redor. Nossas mãos exploravam cada centímetro da pele um do outro, como se buscássemos memorizar o momento. Os toques eram mais leves no começo, mas logo os movimentos foram se intensificando.
Deslizei os dedos pelos seus ombros e pela curva de suas costas, a proximidade fazendo o desejo retornar, e ela respondeu com um suspiro sutil, seus braços envolvendo meu pescoço enquanto se entregava ao momento. A água deslizava entre nós, aumentando a conexão, e cada toque parecia acender ainda mais a intensidade entre nós.
Ayumi
Apesar da minha timidez com tudo que havia acontecido, o segui até o banheiro. A água quente era relaxante, mas o toque dele, ainda mais ousado, fazia minha pele reagir como se estivesse em chamas. Mesmo com a intimidade sensível depois de tudo, sentia o desejo pulsar em mim, e não pude ignorar o quanto ele ainda estava excitado, embora contido.
Enquanto suas mãos exploravam meu corpo com uma intensidade que parecia nunca saciada, percebi uma suavidade em seus gestos, algo que eu nunca imaginaria vindo dele. Cada carícia era cuidadosa, quase como se quisesse me proteger, e isso fazia meu coração disparar.
Talvez por trás daquela fachada fria e arrogante, houvesse um lado dele que eu estava começando a desvendar, uma preocupação oculta, um tipo de cuidado que eu nunca pensaria encontrar em alguém tão cruel e implacável.
Enquanto ele deslizava as mãos sobre meus ombros, massageando levemente minha pele, me peguei mordendo o lábio, tentando conter o nervosismo e o desejo que insistia em crescer. A água caía ao nosso redor, mas o calor parecia vir do toque dele.
Ele abaixou o rosto, encostando a boca próxima ao meu ouvido.
— Está tudo bem? — a voz dele soou surpreendentemente suave, com uma preocupação que me fez sorrir, quase tímida.
— Sim... — respondi, tentando não transparecer o quanto ele ainda me excitava. — Só não esperava que... você fosse assim.
Ele arqueou uma sobrancelha, intrigado.
— Assim como?
Tomei coragem e continuei, olhando para ele com um leve sorriso provocativo.
— Você sabe... preocupado, cuidadoso... quase gentil.
Ele riu, um riso baixo e rouco, enquanto inclinava o rosto mais próximo do meu.
— Não se acostume. Esse lado não aparece com frequência. — Ele falou, uma ponta de ironia no tom, mas com uma intensidade que fez minha respiração falhar.
Ele se inclinou e beijou a curva do meu pescoço, e eu senti um arrepio subir pela espinha. Fechei os olhos e suspirei, apreciando o momento.
— Talvez eu goste desse seu lado. - Sussurrei.
Ele parou por um segundo, olhando diretamente para mim, antes de murmurar:
— Então talvez... eu mostre um pouco mais disso só para você.
Depois do banho, ele me envolveu numa toalha e me guiou até o quarto, onde o lençol ainda guardava o traço daquela noite. Vi a expressão dele suavizar ao perceber meu desconforto, e, sem dizer nada, ele retirou os lençóis manchados e os dobrou, deixando-os de lado para lavar. Deu-me um sorriso quase imperceptível antes de pegar lençóis novos e começar a arrumar a cama novamente.
Quando ele terminou, me encarou com um ar casual, como se já soubesse o que estava por vir. Olhei para ele, hesitante, mas decidi ser sincera.
— Não vou conseguir dormir na cama da minha tia depois... de tudo isso. — Murmurei.
Ele assentiu, um sorriso meio travesso dançando nos lábios enquanto estendia a mão para mim.
— Acho que é justo. — Ele disse. — E... eu também prefiro assim.
Aceitei sua mão, e ele me conduziu até o quarto onde eu estava instalada, onde nos deitamos lado a lado. Quando me acomodei, ele se virou para mim, me envolvendo em seus braços, e senti seu calor ao meu redor. Eu encostei a cabeça no peito dele, ouvindo seu coração ainda um pouco acelerado.
Sem palavras, a noite foi se esvaindo no silêncio confortável que apenas o cansaço e a intimidadenos proporcionava. Ele acariciava meus cabelos, e aos poucos, o sono me envolveu, com a certeza de que aquela noite, eu jamais esqueceria.
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