Atenção:
Essa Fanfic é hot também, vai ter muitas palavras e capítulos envolvendo sexo. Se não gostar, só ir ler a bíblia ou ir para outra conta pois a minha é escrita assim.
Observação: NÃO contém incesto, eles não são parentes de sangue.
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Ayum...
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Sasuke
O avião pousou suavemente na pista de Konoha, mas minha mente ainda estava presa nos últimos dez dias. Ayumi e eu passamos nossa lua de mel imersos em luxúria, sexo, amor e prazer, e eu não conseguia esquecer a sensação do corpo dela sob o meu, a forma como ela gemia meu nome, os olhos brilhando de desejo e tesão. Saber que tudo isso seria para sempre, me deixava ainda mais excitado.
Ela havia se tornado meu vício mais incontrolável.
Olhei para o lado, observando-a dormir contra meu ombro. Seu rosto estava sereno, mas a palidez recente ainda me incomodava. Nos últimos dias, os episódios de mal-estar dela se tornaram frequentes. Pequenos momentos de tontura, náusea, um desconforto silencioso que ela tentava esconder de mim. Mas nada me escapava.
Passei os dedos pelo rosto dela, afastando uma mecha de cabelo.
— Ayumi— murmurei, e ela se mexeu levemente, piscando os olhos antes de erguer o rosto para me encarar.
—Já chegamos?— Sua voz saiu rouca, preguiçosa.
— Sim — respondi, observando-a se espreguiçar. Meu olhar caiu para o decote do vestido que ela usava, e a lembrança de como a tirei daquela peça algumas horas antes me atingiu como um soco no estômago.
Minha virilidade sempre despertava com facilidade perto dela, e o fato de termos passado a noite anterior grudados, explorando o corpo um do outro, não ajudava.
Ela percebeu meu olhar e sorriu, maliciosa.
—Você nunca se cansa, não é?
Aproximando-me, murmurei contra seus lábios:
—De você? Nunca.
O desejo ainda queimava em minhas veias, mas o desembarque nos aguardava.
Chegamos à minha casa, o lugar que sempre chamei de fortaleza. Ayumi já conhecia cada canto dali, mas agora, esse espaço não seria apenas meu refúgio solitário. Seria o nosso lar, nossa casa, nossa fortaleza.
Passei os olhos pela sala, absorvendo a familiaridade do ambiente. Ayumi caminhava lentamente, os dedos deslizando pelos móveis como se estivesse absorvendo o fato de que, a partir de agora, viveríamos ali juntos.
— Gostou?— perguntei, aproximando-me.
Ela se virou para mim, os olhos brilhando.
— Já me sinto em casa.
A segurei pela cintura, puxando-a para mim.
— Quero que você se sinta segura aqui. Esse lugar é seu tanto quanto meu.
Ela sorriu, deslizando as mãos pelo meu peito antes de se esticar para me beijar. Um beijo que começou lento, mas logo se tornou intenso. Meus instintos responderam de imediato. Sempre que Ayumi estava por perto, meu desejo aflorava como fogo incontrolável.
Ergui-a nos braços sem esforço, fazendo-a enroscar as pernas ao redor da minha cintura. O resto da casa poderia esperar. Naquele momento, só queria sentir a maciez da pele dela sob minhas mãos mais uma vez.
...
Na manhã seguinte, Itachi nos visitou.
Ele se sentou no sofá, cruzando as pernas com sua postura sempre impecável, mas havia algo diferente no olhar dele. Uma determinação silenciosa.
—Tenho algo para vocês— começou, deslizando um envelope pela mesa em nossa direção.
Peguei o papel sem pressa, abrindo-o e absorvendo o conteúdo.
—Isso é...
Ayumi olhava entre nós, curiosa.
— Ele está passando a parte dele da HikariTech para mim— expliquei, ainda sem processar totalmente o que aquilo significava.
Itachi assentiu, os olhos escuros carregando um misto de orgulho e gratidão.
— É minha forma de agradecer. Não apenas por ter assumido a empresa enquanto eu me recuperava, mas por tudo que você fez por mim, Sasuke. Somos irmãos, e essa empresa nunca foi apenas minha. Agora, oficialmente, é sua.
Fiquei em silêncio por alguns segundos. Aceitar algo de Itachi nunca foi fácil, mas dessa vez... isso significava mais do que apenas negócios.
—Tem certeza disso?— perguntei, ainda analisando os papéis.
—Tenho— ele respondeu sem hesitação. —Quero que cuide disso ao lado da Ayumi. Vocês dois juntos levaram a HikariTech a um novo patamar. Nada mais justo que o nome Uchiha continue no comando.
Olhei para Ayumi, que sorria, e então de volta para Itachi.
— Obrigado— disse, minha voz carregando todo o respeito que senti por ele naquele momento.
Ele apenas assentiu, e naquele momento, percebi que esse era um novo capítulo em minha vida. Não era apenas sobre negócios. Era sobre família.
...
Conforme os dias passaram, algo continuava me incomodando: a saúde de Ayumi.
Ela tentava disfarçar, agindo como se estivesse bem, mas eu notava quando sua pele empalidecia de repente, quando ela apertava a barriga sutilmente ou quando sua respiração ficava mais pesada.
Uma noite, após o jantar, ela se levantou rapidamente e correu para o banheiro.
Fui atrás, encontrando-a ajoelhada diante do vaso sanitário, o corpo tremendo levemente enquanto ela tentava controlar a náusea.
—Porra, Ayumi — murmurei, agachando-me ao lado dela e segurando seus cabelos para trás. —Isso não é normal.
Ela respirou fundo algumas vezes antes de se virar para mim, os olhos cansados.
— Sasuke, eu estou bem.
—Não, você não está.
Toquei sua testa, sentindo sua pele levemente fria. Algo dentro de mim se contorceu em preocupação.
—Você já passou por isso várias vezes. E eu já disse antes: vamos ao médico.
Ela suspirou, apoiando-se na pia para se levantar.
—Não precisa fazer drama. Deve ser só estresse da viagem.
Cruzei os braços, estreitando os olhos.
— Você mesma disse que está enjoada desde a lua de mel.
Ela mordeu o lábio inferior, hesitante, e aquilo só aumentou minha desconfiança.
—Se não for nada, ótimo. Mas eu quero que você refaça os exames— insisti.
Ela me encarou por alguns segundos antes de finalmente ceder.
—Tá bom— respondeu, exausta.
Não fiquei satisfeito, mas ao menos agora ela aceitaria refazer o check-up. Algo dentro de mim dizia que isso não era apenas um mal-estar passageiro.
Eu precisava saber o que estava acontecendo com ela.