Atenção:
Essa Fanfic é hot também, vai ter muitas palavras e capítulos envolvendo sexo. Se não gostar, só ir ler a bíblia ou ir para outra conta pois a minha é escrita assim.
Observação: NÃO contém incesto, eles não são parentes de sangue.
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Ayum...
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Ayumi
Os dias estavam passando em um piscar de olhos, e com eles, a ansiedade para o casamento só aumentava. Eu tentava manter o controle de tudo, mas estava começando a perceber que algumas coisas estavam fora do meu alcance. Aquela manhã, acordei na casa de Sasuke, como em tantas outras. Mas algo estava estranho, talvez o calor, ou a sensação de um desconforto em meu estômago. O que me incomodava mais era o vazio na minha mente: o casamento, a HikariTech, os preparativos... tudo isso me deixava nervosa. Mas, mais uma vez, ignorei.
Durante o café, Sasuke olhou para mim com preocupação, mas achei que estava exagerando. Não era nada, apenas cansaço. Mas, ao longo do dia, as coisas pioraram. No trabalho, a dor de cabeça começou a pulsar forte, e o cheiro do café que Yuki me trouxe me fez sentir um enjoo terrível. Minha visão turvou e, sem aviso, corri para o banheiro, sentindo o estômago revirar enquanto o café da manhã era devolvido.
— Senhorita, está tudo bem? — Yuki apareceu à porta, visivelmente preocupada. Sua atenção aos detalhes sempre me surpreendeu.
— Sim, deve ser o calor, Yuki — respondi com um sorriso forçado, tentando afastar a preocupação dela.
— Vou agendar uma consulta com um médico, senhora, para hoje mesmo — insistiu, sua voz suave, mas firme.
— Não, não é necessário. Eu só preciso de um pouco de descanso. Não se preocupe.
Mas ela não parecia convencida.
— O Sr. Uchiha viu a senhora passando mal hoje?
— Não, ele está atolado de trabalho na empresa. Não se preocupe, Yuki. Ele tem muito o que fazer até o casamento.
Ela hesitou, mas finalmente concordou. — Certo, senhorita.
Os dias seguintes foram marcados por dores constantes e uma sensação crescente de náusea. Nunca fui uma pessoa que ficava doente, o que tornou tudo ainda mais confuso. A dor no meu estômago não passava, e como faltavam apenas quinze dias para o meu casamento, eu sabia que precisava me cuidar. Agendei uma consulta na clínica mais próxima.
Na manhã da consulta, Sasuke me ligou, ansioso.
— Amor, o que aconteceu? Onde você está? Está tudo bem com você?
— Ei, calma — respondi, tentando tranquilizá-lo. — Acho que é só uma gastrite nervosa, com todo o estresse do casamento. Não se preocupe.
— Eu vou agora até você — sua voz soou preocupada, mas decidi interrompê-lo.
— Não precisa, Sasuke. A HikariTech está com você, e há muitas coisas para resolver até o grande dia. Eu estou bem, não se preocupe.
Ele hesitou por um momento. — Mas e você? Eu quero estar com você. Se precisar de alguma coisa...
— Amor, é só uma dor de estômago, não é nada demais. Fique tranquilo.
Ele suspirou. — Tudo bem, me liga se precisar de alguma coisa, qualquer coisa.
— Tá bom, eu ligo. Beijo.
O médico, Dr. Takashi, um homem calmo de meia-idade com um olhar atento e experiente, fez várias perguntas. Quando ele comentou sobre possível gastrite nervosa, eu me senti aliviada, embora ainda um pouco apreensiva. O estresse tinha me atingido mais do que eu imaginava.
— Você tem passado por um nível alto de estresse, senhorita? — ele perguntou, olhando os resultados preliminares.
— Com certeza — respondi, suspirando. — Casamento, negócios... tudo ao mesmo tempo.
— Vou receitar alguns calmantes para ajudar. Mas, após o casamento, sugiro que retorne para um novo exame. Só por precaução.
— Certo, vou fazer isso. Obrigada, Dr. Takashi.
Saí da clínica com a sensação de que, embora os resultados fossem bons, algo ainda me incomodava, como um alerta na minha mente que não queria se apagar. Mas, como o médico sugeriu, tentei seguir em frente e me focar no casamento.
...
Os dias passaram voando, e a pressão sobre mim não diminuía. A HikariTech estava prosperando, e todos os preparativos estavam se encaixando perfeitamente. O casamento estava prestes a acontecer, e a cada detalhe que eu resolvia, mais sentia que o peso de tudo me consumia. Mas, naquela noite, Sasuke me convidou para uma última noite juntos antes do grande dia.
Naquele momento, o mundo parecia parar. Estávamos na sua casa, longe de tudo. O caos do mundo externo não existia mais. Só nós dois. Eu estava em pé na frente do espelho, vestindo apenas o robe de seda, quando ouvi a porta se abrir. Sasuke entrou sem fazer barulho, seus olhos negros me observando como se quisesse me devorar com o olhar.
— Ansiosa? — Sua voz foi baixa e cheia de uma promessa perigosa.
Minha resposta foi um sorriso quase imperceptível, mas quando ele se aproximou, meu coração disparou. Ele se aproximou ainda mais e me puxou para si, seus dedos em minha cintura, seu corpo tão perto que pude sentir o calor emanando dele.
— Um pouco — sussurrei, minha voz carregada de desejo. — Mas você sabe que não podemos... — A palavra "dormir" saiu travada em meus lábios, enquanto seus lábios roçaram meu pescoço.
— Quem disse que eu quero dormir? — Sasuke murmurou, e eu quase perdi o fôlego. Ele me virou de frente para ele e me encorajou com um olhar intenso. — Eu esperei muito por isso, Ayumi. Esperei anos para te ter assim. Você acha mesmo que vou seguir essa tradição estúpida?
Senti um arrepio ao ouvir suas palavras. Não precisei de mais nada. Ele me beijou de forma possessiva, como se o mundo fosse acabar ali. Minhas mãos foram diretamente para seus ombros, sentindo os músculos tensos sob o tecido de sua camisa.
O beijo foi urgente e quente, e, sem pensar, minhas pernas se entrelaçaram ao redor de sua cintura. A cama estava à nossa espera, mas naquele momento, não havia pressa. Apenas ele e eu, finalmente, sem qualquer máscara, sem qualquer reserva.
Quando Sasuke me deitou na cama, seus olhos estavam brilhando com desejo. Ele me observou, admirando cada centímetro do meu corpo, antes de começar a me explorar com suas mãos, como se quisesse marcar cada curva minha. Eu não resisti. Me entreguei completamente a ele, respondendo ao seu toque com a mesma intensidade. Ele era um homem paciente, mas quando me queria, era como uma tempestade que não podia ser contida.
Naquela noite, não havia nada mais além de nós dois. O desejo tomou conta, e cada beijo, cada toque, foi mais intenso do que o anterior. Quando finalmente nos entregamos, foi como uma promessa de que estaríamos juntos para sempre.
Depois, deitados, Sasuke me puxou para mais perto. Ele passava os dedos suavemente por meus cabelos, com um sorriso satisfeito nos lábios.
— Da próxima vez que estivermos juntos assim, você será minha esposa — disse ele, sua voz rouca com satisfação.
Eu sorri, o coração acelerado, e sussurrei: — E você será meu marido.
Ele me beijou novamente, um beijo suave, mas cheio de possessividade e carinho.
— Então, vamos aproveitar essa última noite como noivos.