Atenção:
Essa Fanfic é hot também, vai ter muitas palavras e capítulos envolvendo sexo. Se não gostar, só ir ler a bíblia ou ir para outra conta pois a minha é escrita assim.
Observação: NÃO contém incesto, eles não são parentes de sangue.
....
Ayum...
Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.
Sasuke
Nem eu sabia o que estava fazendo. Eu sentia uma raiva incontrolável, mas, ao mesmo tempo, um desejo crescente sempre que ela estava tão próxima de mim. Nossa troca de provocações só aumentava esse tesão insuportável que eu sentia. Mas o que realmente me deixava fora de mim era pensar que ela ainda estava saindo com aquele idiota do Naruto. A ideia de ele estar tocando ela, de algum jeito, me fazia querer destruí-lo. Eu não conseguia mais controlar isso. Queria ela, queria mostrar a ele que ela nunca poderia me esquecer. Que toda a bagunça que criamos no passado estava mais viva do que nunca.
— Bom, vamos descer e comer alguma coisa? — Falei, tentando sair do turbilhão de sensações que ela estava me causando. Só de ver ela usando minha camisa, e saber que não estava vestindo nada por baixo, com aquelas coxas e aquela bunda quase exposta, me deixava louco.
— Sim, aliás, estou com muita fome. — Ela respondeu, saindo do quarto.
Demorei a segui-la, forçando minha mente a se acalmar. A pressão que eu sentia no meu pau era quase insuportável. Vesti uma cueca e um short frouxo, e desci as escadas. Ela estava na cozinha, mexendo na geladeira.
— Não tem nada decente aqui. — Ela reclamou.
— Eu como em restaurante. — Respondi, tentando manter a calma.
— O que vamos comer? — Ela perguntou.
— Sai daqui e deixa que eu preparo algo. — Falei, empurrando-a levemente para o lado. Peguei uma garrafa de vinho e servi duas taças, enquanto preparava algo.
Ela se sentou no balcão, me observando.
— Ao menos presta para cozinhar. — Ela disse, com aquele sorriso sarcástico que só ela tinha.
— Presto para muita coisa, mocinha. — Respondi com um sorriso ousado, sem tirar os olhos dela.
— Aham. Não sei para o que mais um brutamonte como você serve. — Ela provocou, e de algum jeito, eu gostava disso.
— Você anda muito malvada e estressada, tem transado ultimamente, Ayumi? — Fui mais longe do que deveria, mas o efeito estava claro: ela parou por um instante, como se estivesse pensando na resposta.
Ela ficou em silêncio por um momento, e então, com um tom mais baixo, respondeu:
— Isso não é da sua conta.
— Ah, qual é, somos adultos, e você não é mais aquela menininha inexperiente. — Falei, cortando a cebolinha com mais força do que o necessário.
— Para sua informação, tenho sim. E já chega desse assunto, porque ao que parece quem não fode há muito tempo aqui é você. — Ela disparou, com uma risada baixa, mas desafiadora.
Eu ri baixinho, admirando a ousadia dela, não rebati. A comida ficou pronta, então servi um prato para ela. Ela permaneceu no mesmo lugar, sem se mover.