Atenção:
Essa Fanfic é hot também, vai ter muitas palavras e capítulos envolvendo sexo. Se não gostar, só ir ler a bíblia ou ir para outra conta pois a minha é escrita assim.
Observação: NÃO contém incesto, eles não são parentes de sangue.
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Ayum...
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Decidi não ir ao encontro. A mensagem havia sido clara: só aparecesse se aceitasse. E eu não aceitava.
Me arrumei para ir trabalhar na Hikari como em qualquer outro dia. Não queria vê-lo. Fazia anos que ele não cruzava meu caminho, e mesmo assim, sua sombra ainda pairava sobre mim. Ele não era qualquer um. Era o homem que me fez sentir coisas que eu sequer sabia que existiam — paixão, desejo, submissão. No final, restou apenas ódio. Um ódio frio e amargo.
Vesti-me com cuidado, optando por uma saia lápis, uma camisa de seda e salto alto. A imagem perfeita de profissionalismo. Meu objetivo era claro: manter a compostura e evitar qualquer contato com ele.
Ao chegar ao estacionamento da empresa, notei algo que imediatamente me irritou. Minha vaga estava ocupada por um carro preto luxuoso. Revirei os olhos, imaginando que algum fornecedor desavisado tivesse ignorado as placas. Segui em frente, já sentindo a irritação borbulhar sob a pele.
Cumprimentei os colegas no saguão, mas algo estava estranho. Os sorrisos eram tensos, como se um elefante invisível ocupasse o ambiente. Ignorei, fingindo que não percebia, e caminhei até o elevador. O silêncio no andar da minha sala era ainda mais opressor.
Quando abri a porta, parei imediatamente. Ele estava lá. De costas.
O choque me acertou como um soco. Vestindo um terno preto impecável, as mãos enfiadas nos bolsos e o cabelo ligeiramente desgrenhado na altura da nuca, ele encarava a vista pela janela. A presença dele dominava o espaço, sufocante.
— Finalmente chegou. — Sua voz rouca cortou o silêncio.
Senti um frio subir pela espinha. O cheiro dele — um aroma familiar e perturbador — preencheu a sala. Meu coração disparou, mas fiz questão de mascarar minha surpresa com frieza. O tom de desprezo naquelas poucas palavras me fez serrar os dentes.
— O que diabos você está fazendo aqui? — perguntei, firme, mas com uma aspereza que não consegui disfarçar.
Ele não se virou.
— Cuidando do que é meu agora. — Ele respondeu, a voz desinteressada, quase casual.
— Seu? — soltei uma risada seca. — A última vez que chequei, esta empresa era minha. — E qual é o seu propósito com tudo isso? — insisti.
Ele virou ligeiramente a cabeça, como se minha pergunta fosse desinteressante.
— Talvez isso não seja da sua conta.
Fechei a porta atrás de mim com um estalo seco.
— Está na minha empresa. Na minha sala. Isso, definitivamente, é da minha conta.
Finalmente, ele se virou, e o sorriso que surgiu em seus lábios era puro veneno. Não podia negar ele estava incrívelmente ... lindo.
— Não mais. Você leu o contrato, não leu, Hikari? A parte do Itachi agora é minha. Então a partir de hoje é : nossa empresa. Nossa sala.