Capítulo 94

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Ayumi

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Ayumi

Sasuke me beijou com uma brutalidade que me fez perder o fôlego. Seu corpo estava tenso, os músculos rígidos, como se ele estivesse segurando algo dentro de si, algo perigoso.

Seus lábios desceram pelo meu pescoço, famintos, deixando um rastro quente de beijos e mordidas. A forma como suas mãos me tocavam, me seguravam com força, denunciava o estado em que ele estava: faminto. Selvagem.

— O que aconteceu? — perguntei, tentando recuperar o controle, mas ele não me deu espaço.

— Não importa agora — ele sussurrou, sua respiração quente contra minha pele. — Agora eu só quero te sentir e te foder gostoso.

Ele me puxou para baixo de si, seus dedos cravando na minha pele com posse. Meu coração disparou, e, por um instante, pensei em insistir, mas quando senti sua boca deslizar pelo meu pescoço, quente e urgente, qualquer pergunta se dissolveu em um arrepio pelo meu corpo.

Algo o deixou furioso. Algo o incendiou por dentro.

E agora ele estava despejando toda essa fúria em mim.

E eu queria isso.

Cada toque desesperado, cada beijo marcado por possessividade.

Minhas unhas arranharam suas costas enquanto ele rasgava qualquer distância entre nós, seu corpo me prendendo contra a cama. Os lençóis se embolaram sob nós, o colchão afundando com nossos movimentos, minha buceta molhanda a cada instante e seu pau me torturando por cima do tecido da calcinha.

Mordi o lábio para conter um gemido mais alto, mas Sasuke percebeu.

— Não se segura, amor — ele murmurou contra minha pele, sua língua traçando um caminho lento e torturante até meus seios.

— Tem gente na casa... — sussurrei entre suspiros pesados, ao sentir que seu dente raspou no bico do meu seio com mais força.

Ele riu baixinho, um som carregado de malícia.

— Então você vai ter que se esforçar para não gritar.

O arrepio que percorreu minha pele foi imediato.

As paredes do quarto pareciam abafadas, o ar denso com calor e desejo. O ranger sutil da cama preenchia o espaço, junto com a respiração pesada de Sasuke e meus gemidos abafados contra o travesseiro.

A qualquer momento, alguém poderia passar pelo corredor.

A qualquer momento, poderíamos ser ouvidos.

E isso tornava tudo ainda mais intenso.

Minhas mãos deslizaram por seu peito suado, sentindo os músculos se contraindo sob meu toque. Ele me devorava como se estivesse possuído, como se eu fosse o único escape para a fúria que o consumia.

Meu Tio SasukeOnde histórias criam vida. Descubra agora