Atenção:
Essa Fanfic é hot também, vai ter muitas palavras e capítulos envolvendo sexo. Se não gostar, só ir ler a bíblia ou ir para outra conta pois a minha é escrita assim.
Observação: NÃO contém incesto, eles não são parentes de sangue.
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Ayum...
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Ayumi
Durante toda a reunião, trocávamos olhares sugestivos, carregados de um desejo quase impossível de controlar. O que havia acabado de acontecer entre nós ainda queimava em minha pele, e meu corpo ansiava por mais. Cada vez que nossos olhares se cruzavam, uma nova onda de calor me atingia, e eu tinha que me concentrar para não perder a compostura.
Sasuke, por outro lado, parecia se divertir me provocando, como se soubesse exatamente o quanto eu estava distraída. De vez em quando, durante as discussões, ele lançava comentários afiados, e eu sabia que aquilo era mais do que apenas uma estratégia de trabalho. Era um jogo entre nós dois. Um jogo perigoso.
— Os gráficos mostram que devemos mudar um pouco nossa estratégia, senhor Uchiha — argumentei, mantendo minha voz firme, apesar de sua presença me desequilibrar.
— Minha resposta é não, senhorita Hikari — ele retrucou, o tom sério, mas os olhos me despindo com intensidade. — Precisamos focar no mercado externo. As exportações estão sendo um sucesso, e os lucros crescem cada vez mais.
— Não podemos focar apenas no lucro, senhor Uchiha — rebati, sem recuar.
Ele inclinou a cabeça, um leve sorriso puxando os cantos de seus lábios, como se estivesse saboreando minha resistência. Droga. Ele está me testando.
— E no que mais você quer focar, senhorita Hikari? — Sua voz era calma, mas seu olhar... aquele olhar. Era como se ele estivesse me deixando nua, ali, diante dos assistentes e chefes dos setores. Meu coração acelerou.
— Quero manter o mercado interno. Nossa tecnologia precisa ser distribuída de maneira equilibrada em Konoha — respondi, mantendo a seriedade, apesar do calor que subia pelo meu corpo.
Sasuke manteve o olhar fixo em mim, um brilho predador em seus olhos escuros. Ele fez uma pausa, o suficiente para que apenas eu entendesse a mensagem silenciosa que havia por trás dela. Como se imaginasse me jogando naquela mesa de reuniões, me tomando e fodendo com a mesma força brutal e deliciosa de minutos atrás.
— A senhorita pode estar errada — ele finalmente disse, com uma calma calculada. — Mas se quer tentar algo assim... — Ele fez outra pausa, deixando o ar ainda mais carregado. — Que seja. Não vou me opor, senhorita Hikari.
Por um segundo, achei que a provocação havia terminado, mas ele inclinou-se levemente para frente e acrescentou em um tom mais baixo, quase imperceptível para os outros:
— Só dessa vez.
Eu senti o impacto das suas palavras direto entre as minhas pernas. Desviei o olhar, disfarçando o arrepio que percorreu meu corpo inteiro. Maldito Sasuke. Ele sabe exatamente o que está fazendo.
Ele sorriu de canto, satisfeito, antes de voltar sua atenção para a próxima pauta. Eu, por outro lado, mal conseguia lembrar em que ponto estávamos.