Atenção:
Essa Fanfic é hot também, vai ter muitas palavras e capítulos envolvendo sexo. Se não gostar, só ir ler a bíblia ou ir para outra conta pois a minha é escrita assim.
Observação: NÃO contém incesto, eles não são parentes de sangue.
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Ayum...
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Sasuke
Estacionei em frente ao prédio de Ayumi e saí do carro sem pressa, indo até o lado dela para abrir a porta. Estendi a mão e a segurei firme, puxando-a para perto de mim. Ela sorriu de leve, como se ainda não tivesse se acostumado com esses gestos vindos de mim.
Entramos no prédio de mãos dadas. Alguns moradores estavam no saguão e, à medida que passávamos, os olhares se voltavam para nós, cheios de curiosidade.
Ayumi cumprimentou alguns conhecidos com um sorriso casual, enquanto eu apenas fiz um aceno de cabeça, sem paciência para socializar.
Quando entramos no elevador, a porta se fechando nos isolou do restante do prédio, e Ayumi soltou um riso baixo.
— Estão curiosos.
Cruzei os braços e a encarei com desinteresse calculado.
— E por que estariam?
Ela arqueou a sobrancelha, me lançando um olhar de quem sabia exatamente o efeito que tínhamos sobre os outros.
— Um moreno tão alto como você, com essa presença intimidadora e essa cara de poucos amigos... Sem falar no fato de que você é um Uchiha. Isso naturalmente causa burburinho.
Inclinei a cabeça de lado, avaliando-a com um olhar afiado.
— Como se você nunca tivesse entrado por essas portas com outro homem.
Eu sabia exatamente a quem me referia. Naruto. E sabia que não deveria ter falado isso. Mas falei.
Ayumi me olhou de esguelha e soltou um suspiro exasperado.
— Sasuke...
Mas antes que ela pudesse continuar, completei:
— A diferença é que, comigo, você está de mãos dadas. E perto de mim... — Desci o olhar pelo seu corpo, arrastando-o até suas pernas cruzadas e depois de volta aos seus olhos. — Você parece uma menininha.
Ela bufou, balançando a cabeça.
— Ridículo. Não sou uma menininha.
Me aproximei, encurtando ainda mais a distância entre nós. Meus dedos deslizaram pelo seu quadril, apertando-a de leve antes de puxá-la para mais perto.
— E quem disse que você não é uma menininha? — Murmurei contra seus lábios, minha voz carregada de provocação.
Ela abriu a boca para responder, mas eu não permiti.
Minhas mãos deslizaram para sua cintura, puxando-a bruscamente contra mim, prensando-a contra a parede metálica do elevador. Sua respiração falhou quando meus lábios roçaram os dela, quentes, demorados, antes de tomá-los com um beijo faminto.
Ela gemeu baixinho contra minha boca, e eu aproveitei para aprofundar ainda mais o beijo, minha língua dominando a dela com facilidade. Minhas mãos desceram até sua bunda e a apertei com força, arrancando um suspiro ofegante de seus lábios.
Meu pau duro pelo tesão encontrou seu ventre, e a pressionei contra mim de propósito, para que sentisse o quanto eu a queria.
O elevador apitou, indicando que havíamos chegado ao andar dela.
Lentamente, soltei seus lábios, mas mantive meu rosto colado ao dela, minha respiração quente contra sua pele.
— Abre logo essa porta, Ayumi. — Minha voz saiu rouca, carregada de desejo contido.
Ela piscou, tentando se recompor, e saiu do elevador à minha frente, procurando as chaves na bolsa.
Segui seus passos com um sorriso satisfeito. Ayumi abriu a porta com pressa e, assim que entrou, jogou a bolsa de lado. Mas antes que pudesse dar o próximo passo, eu já estava ali, puxando-a de volta para meus lábios.
— Mal conseguiu esperar, princesa? — sussurrei contra sua boca, meu tom carregado de atrevimento.
Ela me encarou, ofegante, e sorriu de canto, deslizando as mãos pelo meu peito.
— Não fui a única, Uchiha.
Soltei uma risada baixa antes de agarrá-la pela cintura e erguê-la em meu colo. Suas pernas se apertaram ao redor da minha cintura no mesmo instante, e aproveitei para prensá-la contra a porta, fechando-a com um empurrão.
Nossos lábios não se separaram nem por um segundo enquanto eu caminhava até o sofá, onde a coloquei com cuidado, mas sem perder a pressa. Me afastei apenas o suficiente para desabotoar minha camisa, arrancando-a e jogando-a em qualquer canto da sala.
Me abaixei na frente dela, observando-a com atenção. Ali, sentada no sofá, com aquele vestido que parecia gritar para ser rasgado, Ayumi estava absurdamente linda. Seus olhos percorriam meu abdômen nu, e quando mordeu o lábio de um jeito safado, soube que aquela noite seria uma loucura e eu avançaria em todos os níveis.
— Gosta do que vê? — provoquei, minha voz baixa e carregada de desejo.
— Não sei... — ela inclinou a cabeça, como se estivesse avaliando. — Acho que preciso tocar para ter certeza.
Ela deslizou as pontas dos dedos pelo meu abdômen, explorando minha pele quente. Seus toques deixavam um rastro de arrepio por onde passavam, mas eu não ia deixar que tivesse o controle agora.
Me inclinei sobre ela, tomando seus lábios novamente, mas dessa vez, de forma mais possessiva, mais faminta. Minha língua invadiu sua boca com vontade, minhas mãos deslizaram por suas pernas, sentindo a maciez da pele exposta.
Sem quebrar o beijo, ergui uma de suas pernas sobre meu ombro. Meus lábios roçaram a pele delicada de seu tornozelo antes de beijá-lo, então segui lentamente, deslizando meus beijos ao longo de sua panturrilha. Tirei sua sandália com calma, saboreando cada toque, cada suspiro que escapava de seus lábios.
— Sasuke... — ela sussurrou, se mexendo levemente, como se quisesse mais.
— Shhh, princesa... — murmurei, meus olhos escuros fixos nos dela enquanto descalçava sua outra perna. — Quero aproveitar cada segundo.
Continuei subindo, espalhando beijos por sua perna até chegar ao alto da coxa. Senti seu corpo estremecer sob meus toques. Quando finalmente alcancei sua buceta, meu olhar pousou sobre sua calcinha de renda branca, e um sorriso satisfeito surgiu em meus lábios.
A pouca luz do abajur e da lua alta lá fora iluminava a sala de forma intimista, e a visão à minha frente era perfeita. Sua bucetinha já estava molhada, e o tecido fino e delicado começava a ficar ainda mais transparente.
— Olha só... — passei os dedos de leve pelo tecido, sentindo seu calor. — Você já está assim só com meus beijos?
Ela respirou fundo, mordendo o lábio inferior, claramente gostando da provocação.
— Culpa sua — retrucou, sua voz carregada de desejo.
Segurei o tecido da calcinha entre os dedos, sentindo a pele lisa e melada, brinquei um pouco vendo-a se contorcer e então rasguei sem hesitar. Ela arfou, surpresa, e antes que pudesse protestar, a puxei para um beijo intenso.
Mas isso não foi o suficiente.
Minha fome por ela só aumentava.
Com um movimento firme, puxei seu vestido, rasgando-o de fora a fora. O tecido cedeu facilmente, deslizando por sua pele até se espalhar em duas partes pelo sofá.
Me afastei um pouco para admirá-la, minha respiração pesada. Seus seios fartos balançaram levemente ao serem libertos, os mamilos rijos, pedindo atenção.
— Você é perfeita — murmurei, meu olhar devorando cada centímetro dela.
Ela sorriu de forma provocante, deslizando os dedos pelo próprio corpo, como se quisesse me torturar.