Atenção:
Essa Fanfic é hot também, vai ter muitas palavras e capítulos envolvendo sexo. Se não gostar, só ir ler a bíblia ou ir para outra conta pois a minha é escrita assim.
Observação: NÃO contém incesto, eles não são parentes de sangue.
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Ayum...
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Sasuke
Como ela conseguia ser tão teimosa? Não sei o que me deu para enfiá-la no meu carro daquela maneira, mas Ayumi tinha o dom de me tirar do sério. Cada palavra dela parecia projetada para me desafiar, e, por mais irritante que fosse, havia algo nela que me puxava como um ímã.
A raiva que ela sentia de mim era evidente, mas eu enxergava além disso. Aquela fachada dura era só uma máscara. Havia algo mais profundo, algo que me fazia querer decifrá-la. Tê-la tão perto, mas ao mesmo tempo tão distante, era como uma tortura silenciosa.
E o cheiro dela. Dentro do carro, envolvido pelo perfume sutil, quase doce, que ela exalava, senti minha determinação vacilar por um momento. Era intoxicante, como se cada molécula de ar estivesse carregada de sua presença.
A tempestade lá fora parecia um reflexo perfeito do caos dentro de mim. O som das gotas pesadas contra o vidro ecoava como um lembrete constante da turbulência que ela trazia para minha vida. Quando estacionei na entrada da mansão, olhei de relance para ela. Molhada, teimosa, e completamente irresistível.
Desci do carro, ignorando seu protesto, e fui direto ao ponto.
— Koharu, está dispensado.
Meu funcionário, sempre eficiente, fez um leve aceno antes de responder.
— Sim, senhor Uchiha.
— Dispense todos os funcionários da casa. Quero apenas a segurança de plantão.
— Entendido, senhor.
Ayumi, claro, não conseguiu ficar quieta.
— Como assim, Sasuke? — Ela protestou, os olhos faiscando de raiva. — Não vou ficar sozinha com você nessa casa enorme!
— Não seria a primeira vez, sua irritante. — Respondi, seco.
Ela cruzou os braços, desafiadora, o que só reforçava o contraste entre a tempestade lá fora e a que ela carregava dentro de si.
— Eu sei que não. Não precisa me lembrar de nada.
Arqueei uma sobrancelha, permitindo que um leve sorriso puxasse o canto da minha boca.
— Não estou lembrando, e, aliás, nem quero me lembrar de nada.
Enquanto Koharu saía, fui buscar uma toalha. Quando voltei, Ayumi estava no centro da sala, examinando os detalhes da decoração com um olhar crítico que era tão característico dela.
— Aqui. Seque-se. — Falei, estendendo a toalha.
Ela hesitou por um momento antes de pegá-la, mas não sem antes me lançar aquele olhar afiado que parecia feito para me testar.
— Gostou? — Perguntei, observando-a enquanto ela secava os braços e o rosto.
Ela deu de ombros, examinando o ambiente mais uma vez.