Atenção:
Essa Fanfic é hot também, vai ter muitas palavras e capítulos envolvendo sexo. Se não gostar, só ir ler a bíblia ou ir para outra conta pois a minha é escrita assim.
Observação: NÃO contém incesto, eles não são parentes de sangue.
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Ayum...
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O dia clareou em Konoha, e eu estava pronta para o que seria meu primeiro dia oficial como CEO da filial local da HikariTech. Após um longo banho, me arrumei com cuidado: uma saia lápis preta impecável, um blazer ajustado e saltos altos que ecoavam confiança em cada passo. Meu cabelo estava preso em um coque elegante, e a maquiagem discreta realçava minha determinação.
Ao sair, cumprimentei alguns moradores no prédio com um sorriso cordial antes de pegar meu carro. Dirigi pelas ruas movimentadas da nova Konoha, observando a evolução da cidade que eu mal reconhecia. Quando cheguei ao prédio da Hikari, uma onda de orgulho e nervosismo me atingiu. O edifício era impressionante, todo de vidro e aço, refletindo a luz do sol como uma joia no coração da cidade.
Estacionei na garagem privativa e caminhei até a entrada principal, o som dos meus saltos reverberando no piso de mármore. O dia deveria ser perfeito, mas o universo parecia ter outros planos.
Assim que me aproximei da porta giratória, dois seguranças robustos bloquearam meu caminho.
— Desculpe, senhorita, mas você não pode entrar sem um crachá — disse um deles, com a voz firme, mas educada.
Parei abruptamente, piscando em descrença.
— Como assim, não posso entrar? — perguntei, arqueando uma sobrancelha.
— São as regras da empresa. Sem crachá, sem entrada.
Eu ri, achando aquilo ridículo. Eles claramente não sabiam com quem estavam lidando.
— Moço, eu sou Ayumi Hiraki Haruno — disse, pronunciando meu nome com ênfase. — A dona.
Ele hesitou por um momento, mas manteve a postura.
— O senhor Itachi não nos informou nada sobre a sua chegada.
Minha expressão endureceu.
— Quem é Itachi?
— O dono desta filial — respondeu ele, sem hesitação.
Eu gargalhei, mas dessa vez foi de pura incredulidade.
— Você deve estar enganado. Essa empresa pertencia ao meu pai e, agora, pertence a mim.
Ele pareceu ficar desconfortável, mas não cedeu.
— Sinto muito, senhorita, mas vou precisar falar com o senhor Itachi.
— Fale com quem quiser — retruquei, atravessando a porta giratória sem dar ouvidos a mais nada.
O hall principal estava cheio de pessoas. Todos me encararam enquanto eu avançava com passos decididos. Três outros seguranças começaram a me seguir, mas eu os ignorei.
Cheguei à recepção, onde três mulheres bem-vestidas me observavam com olhos arregalados.
— Qual é o andar da presidência? — perguntei, tentando manter a calma.