Atenção:
Essa Fanfic é hot também, vai ter muitas palavras e capítulos envolvendo sexo. Se não gostar, só ir ler a bíblia ou ir para outra conta pois a minha é escrita assim.
Observação: NÃO contém incesto, eles não são parentes de sangue.
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Ayum...
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Ayumi
Ao chegar em Konoha, o silêncio no carro parecia mais pesado do que o normal. Sabia que Sasuke e eu precisávamos conversar. A intensidade do fim de semana ainda pairava sobre nós, mas a realidade da empresa e de nossas vidas exigia uma definição clara.
Respirei fundo, quebrando o silêncio.
— Não podemos demonstrar nada diante da empresa — disse, tentando soar firme.
Sasuke desviou o olhar da estrada por um instante, me encarando de relance antes de responder.
— Eu sei... Tenho consciência disso.
Havia algo em sua voz que me fez hesitar. Ele parecia aceitar a situação de forma prática, mas não sem um toque de irritação contida.
— Foi muito bom, Sasuke. Nosso fim de semana, a visita ao Itachi... Agradeço muito por isso. Mas... — pausei, buscando as palavras certas.
Antes que eu pudesse continuar, ele balançou a cabeça, interrompendo-me.
— Fique tranquila, Ayumi. Não estou te cobrando nada. Afinal de contas, é como se estivéssemos nos conhecendo... de novo.
Fiquei surpresa com a resposta. Aquilo parecia mais vulnerável do que eu esperava vindo dele.
— Sim... — murmurei, desviando o olhar para a estrada à nossa frente. — Vamos manter as coisas como estão. Continuar nos "odiando" aos olhos das pessoas.
Sasuke ficou em silêncio por um momento, o olhar fixo no horizonte. Seus dedos apertaram levemente o volante, e percebi que algo passava por sua mente.
— Mas... quero te fazer um pedido — disse ele, quebrando o silêncio, sua voz baixa, mas carregada de determinação.
Virei-me para ele, curiosa.
— Pode pedir.
Ele hesitou por um segundo, mas logo me encarou de forma direta, o maxilar tenso.
— Não fique mais com o Naruto.
Minha primeira reação foi rir, mas o tom sério dele fez com que eu contivesse o impulso. Seu olhar permanecia fixo na estrada, mas as sobrancelhas cerradas deixavam claro o quanto ele estava incomodado.
— Certo. Não ficarei — respondi, com um pequeno sorriso no canto dos lábios. — Mas não vou deixar de ser amiga dele.
Ele soltou uma risada curta, carregada de desdém.
— Com o tempo, você vai.
Havia ciúmes em sua voz, algo que ele parecia não fazer questão de esconder. Não respondi. Apenas voltei minha atenção para a paisagem pela janela, tentando ignorar o calor que subia em minhas bochechas.
O resto do trajeto seguiu em silêncio. Naquela tarde, quando chegamos ao meu apartamento, Sasuke estacionou o carro e desceu para abrir a porta para mim.