Capítulo 107

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Ayumi

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Ayumi

O sol ainda estava baixo quando acordei, a luz suave penetrando pelas cortinas. Meu corpo estava marcado, as marcas de nossa noite intensa gravadas na minha pele. Sasuke não ficava atrás, os arranhões profundos em suas costas evidentes, um reflexo perfeito do que compartilhamos naquelas horas.

Ele estava deitado ao meu lado, seu corpo tão quente quanto o meu, a respiração ainda carregada com os vestígios do prazer. Eu me virei vagarosamente para olhá-lo, ainda meio perdida nos flashes daquela noite. Cada detalhe, cada toque, cada gemido... Tudo estava tão vívido na minha mente que, por um momento, eu me perguntei se aquilo havia sido real ou apenas um sonho.

— Bom dia, amor. — Ele disse com a voz rouca, ainda impregnada pela luxúria da madrugada. Aquele tom baixo e sedutor era como uma música que me fazia querer mais.

— Bom dia, amor — Respondi preguiçosa, meu corpo se esticando lentamente enquanto as lembranças da noite passada invadiam minha mente, a intensidade com que ele me tocou, me desejou, me possuiu.

Ele se aproximou de mim, os dedos leves tocando minha cintura, e o calor de sua pele me envolveu. Estávamos nus, nossos corpos entrelaçados na cama, os lençóis bagunçados, vestígios da nossa transa. O contraste entre a calma do momento e a tempestade que havíamos vivido era surreal.

— Vamos a um spa hoje?— Ele sugeriu, sua voz suave, mas com uma leve faísca de desejo.

Eu ri baixinho, um sorriso de prazer escapando dos meus lábios enquanto eu olhava para ele.    — Bem que eu preciso, mas estamos detonados... olha essas marcas em você?

Ele sorriu de forma tranquila, quase despretensiosa, mas havia algo por trás de seu olhar que me fazia tremer por dentro. 

—  Eu não ligo, quero ir com você. Afinal, estamos em lua de mel, o que poderia acontecer em uma? Muitas marcas de sexo — Ele disse calmamente, como se fosse a coisa mais natural do mundo. E, para nós, talvez fosse.

Tá bom, eu concordei, sem hesitar. Porque, de alguma forma, eu sabia que qualquer momento com ele seria algo que eu não queria deixar escapar.

Ele se inclinou mais perto de mim, e nossos corpos se encontraram em um beijo suave, mas que logo foi se intensificando, aquecendo nossos corpos, reacendendo o fogo que ainda ardia entre nós. Suas mãos exploravam minha pele com a mesma intensidade com que seus lábios provocavam os meus. 

Ele subiu por cima de mim, sem interromper o beijo, os corpos se encaixando com perfeição. A sensação de estar ali com ele, tão próximos, tão entregues, era viciante. Eu podia sentir cada movimento, cada batimento do meu coração, cada estremecimento de desejo.

Sasuke não era apenas meu marido. Ele era o meu vício, a minha necessidade, e estar com ele assim, naquele momento, me fazia querer nunca mais sair de seus braços.

Meu Tio SasukeOnde histórias criam vida. Descubra agora